Ensino Superior

João Caseiro recandidata-se à presidência

Fotografia cedida por Carolina Duarte

“Sentir Académica” é mote da campanha do atual presidente da DG/AAC. Candidato acha que trabalho não está finalizado e quer “elevar o símbolo e o nome da AAC”. Por Larissa Britto, Luísa Macedo Mendonça e Simão Moura

João Pedro Caseiro anunciou este domingo a recandidatura à presidência da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC). Desta vez, com o lema “Sentir Académica”, o atual presidente declara, em comunicado à imprensa, estar “estar consciente das valências e dos desafios ao nível estudantil, político, desportivo e cultural” que o cargo implica. A recandidatura atribui-se ao facto de considerar que o trabalho “não está finalizado”. 

Nas suas redes sociais, o candidato, licenciado em Ciências da Educação na Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra e atual aluno de mestrado, reflete que, ao longo deste mandato, se dedicou a dar o seu melhor à Casa “com resiliência e compromisso”. “Sinto, ainda assim, que posso contribuir mais para a servir”, continua João Pedro Caseiro, que promete uma Académica “mais estável, representativa, unida, próxima e ligada às suas gentes, aos estudantes e à cidade”.

Lança-se então a primeira lista candidata à DG/AAC para o mandato de 2022/2023 sob a ideia de um projeto “sólido, abrangente, agregador e experiente”. Tendo a AAC como a “casa da democracia, da pluralidade, da solidariedade, da liberdade e de valores”, fica a promessa de “elevar o símbolo e o nome da Associação Académica de Coimbra”.

João Caseiro conta que sua motivação para tal trata-se de uma “ambição de fazer mais pela académica” e classifica seu trabalho como “incompleto”. Além disso, o dirigente entende que, com mais um ano de mandato, seria possível focar “em garantir a estabilidade e o desenvolvimento da casa, ao fazer mais e melhor pela AAC”.

Dentre os projetos bem-sucedidos promovidos pela DG/AAC, o presidente citou a Festa das Latas e Imposição das Insígnias, bem como os projetos da Universidade Verão, a Receção ao Caloiro, em especial a Semana das Matrículas. A nível político, conta que houve a construção de um caderno reivindicativo, feito pela DG/AAC, o qual foi discutido em Assembleia Magna e, mais tarde, apresentado a todos os partidos que tinham, na altura, assento parlamentar. O dirigente evidenciou que “tanto a manifestação no dia 24 de março, como a mais recente, no âmbito da ação social, foram importantes para intervir a nível político”.

Já sobre pontos que poderiam melhorar em caso de reeleição, João Caseiro frisa a necessidade de “garantir estabilidade para casa e, para isso, é preciso recuperar a saúde financeira da AAC”, a fim de possibilitar o desenvolvimento das demais estruturas. Além disso, é preciso “intervir em direto na sociedade, a fim de antecipar uma crise económica-social, que, em princípio, vai ser enfrentada nos próximos anos”. Esclarece que estes seriam os “dois grandes focos de atuação”, caso a lista que faz parte vença a eleição em novembro.

João Caseiro aponta um novo projeto, em caso de reeleição, baseado em cinco pilares, estes a serem: estabilidade, confiança, união, proximidade e, por fim, inclusão. E com bases nestes haveria uma ramificação para seis grande áreas de atuação, compostas por administração e gestão, intervenção cívica e cidadania, pedagogia e informação, política, cultura e desporto. Portanto, com base nesse projeto, a intenção é “implementar algumas inovações e mudanças, a nível administrativo, além de captar novas fontes de financiamento, para idealizar uma nova orgânica interna da administração”, acrescenta.

O presidente da DG/AAC indica que é importante passar a mensagem do que é “sentir a Académica”. Para o candidato, isso significa: “sentir a tradição, a cultura, o desporto, a história, o legado que esta casa representa e, acima de tudo honrar tudo isso sem pedir nada em troca”. Por fim, João Caseiro faz um convite “a todos e todas que queiram contribuir com o novo projeto”, ao referir que a DG/AAC está disposta a ouvir novas ideias, a fim de atingir uma maior representatividade dos estudantes da Universidade de Coimbra.

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