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Cultura

Palco RUC regressa como sinónimo de alternativa na Praça da Canção

Cristiana Reis

Cartaz conta com nomes nacionais e internacionais. Descoberta de novos artistas e estilos de
música são alguns dos pontos mais destacados pelo público. Por Cristiana Reis

As atuações do palco RUC voltaram às noites no Parque da Canção para mais uma Queima das
Fitas. Rest Function, Palmers, Noia, Coco Bryce e Rest Funcion foram os nomes escolhidos para
marcar o ritmo de lançamento para os primeiros quatro dos oito dias da festa académica, a
decorrer de 20 a 27 de maio.


Distinguido por oferecer um estilo de música diferente em relação ao que é ouvido no palco
principal, este ano o palco RUC traz até às Noites no Parque artistas de diferentes
nacionalidades e contextos. Desde a América do Norte à Europa de Leste, até à música
nacional, o público considera que “o importante é existir a alternativa”.


Rest Function foi o primeiro a subir a palco, seguido da banda Palmers, pela 1h30, proveniente
de Caldas da Rainha. Depois de um começo tímido, a noite deu lugar a um ambiente vibrante,
repleto de pessoas envolvidas pela música. As atuações de Noia, às 2h40, e Coco Bryce, que
subiram a palco pelas 04h00, contaram com a maior audiência da noite.

António Gouveia, aluno de Estudos Europeus, acredita que esta alternativa ao palco principal “pode captar a audiência que não sente outro tipo de afinidade com o cartaz apresentado nos restantes palcos”. “A expetativa é alta como sempre, já venho ao palco RUC há alguns anos e nunca desilude,
acabam por trazer artistas incríveis”, acrescenta. A diversidade dos nomes apresentados é outro dos pontos mais relevantes, como refere Emma Strella, estudante de Coimbra há 5 anos.

Laura Rojo, aluna do primeiro ano de Licenciatura em Jornalismo e Comunicação na
Universidade de Coimbra, aponta que a existência do palco RUC, assim como a diversidade de
oferta promovida, é uma “mais-valia para aqueles que não estejam interessados em estilos
pop ou na música tradicional do palco principal”, assim como para a descoberta de outros
estilos de música. “Apesar do palco RUC ainda ter muitos casos de misoginia, ainda assim é
muito mais seguro do que o palco principal”, acrescenta. Inês Carboila acredita que o espaço
“acaba por ser um cantinho onde que as pessoas se sentem seguras e que já sabem que vão
gostar”.


Na noite de sábado, dia 21, o palco RUC volta a tomar conta do espaço da Queima das Fitas de
Coimbra com nomes como a banda The Empire Line.

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