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Cultura

Funk, eletrónica e trap assinalam noite no palco principal

Raquel Lucas

Seis atuações enchem recinto no penúltimo dia. Noite marcada pela variedade de estilos musicais que prenderam o público. Por Raquel Lucas 

A penúltima noite da Queima das Fitas de Coimbra 2022 (QF’22), marcada pelas atuações de MC Pedrinho, Chico da Tina e Astrix, contou ainda com a presença da Desconcertuna e da Orxestra Pitagórica. Depois do adiamento da atuação do músico brasileiro, os estudantes puderam assistir ao tão esperado concerto.

MC Dot e Equipe Explosão foram os primeiros a abrir o palco principal, perto da meia noite. Temas como “Amar, Amei”, assim como as adaptações de “Novinha no Grau” e de “Baile de Favela” foram os que mais fizeram vibrar o público. Na opinião de Bernardo Assunção, estudante fora da Universidade de Coimbra (UC), o “som estava fraquinho”, pelo que “esperava mais” vindo dos artistas. Por sua vez, a razão da sua vinda a Coimbra foi a vontade de assistir à atuação de Chico da Tina.

Raquel Lucas


O artista oriundo de Viana do Castelo chegou ao palco por volta da 1h e trouxe consigo Tripsyell, tal como outros colegas. A sua atuação ficou marcada por temas como “Romarias”, “Põe-te Fino”, “Resort” e “Freicken”. A presença da bandeira da União Europeia, assim como os tons de azul e amarelo pintaram o palco ao longo de todo o concerto. Para Diana Fulgêncio, estudante finalista de Jornalismo e Comunicação na Faculdade de Letras da UC, o artista “aleatório” marcou aquela que seria uma das suas últimas noites no recinto.

Raquel Lucas


Depois de adiado o concerto, MC Pedrinho, a partir das 2h15, mostrou que o público estava “doido para sentar”. Cantou temas como “Bipolar” e “Eu Vou te Pegar” e teve a audiência a acompanhá-lo nas letras. Rafaela Cordeiro e Jéssica Simões, estudantes de Audiologia na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, comentam que as suas “expectativas foram superadas” com a atuação do cantor brasileiro. 

Raquel Lucas

A festa continuou com a atuação de Astrix, que teve início às 3h20. O produtor musical israelense trouxe ao recinto trance psicadélico e prendeu a audiência perto do palco principal. Para Edgar Oliveira, estudante de Turismo em Espaços Rurais e Naturais na Escola Superior Agrária de Coimbra, esta foi a atuação mais esperada, numa semana de “muita emoção”. De acordo com vários estudantes entrevistados ao longo da noite, o artista foi “dos mais esperados” e “das melhores atuações”. 

Fábio Torres

De seguida foi a vez da Desconcertuna, Tuna Mista da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da UC. Para Francisco Venício e António Elias, estudantes finalistas de Audiologia, poder ver uma tuna no final dos concertos é “algo inexplicável”, que “só se vive nesta cidade”. Francisco Venício acrescenta ainda que a atuação lhe transmitiu um “grande espírito académico”, que “lhe tocou no coração”. 

Por fim, mas não menos importante, a Orxestra Pitagórica e o branco das suas fraldas assinalaram a sua presença no palco principal com temas como “Eu Quero Cagar” e “Zumba na Caloira”. Clarice Henriques e Alexandre Nunes, estudantes de Engenharia Física na Faculdade de Ciências e Tecnologias da UC, consideram-se “fãs número um” do grupo musical. Os alunos comentam que “é importante ir além das canções bonitas” e que deve haver foco na crítica social abordada pela Orxestra, assim como no seu tipo de expressividade. 

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