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Cultura

Dillaz e Morad na noite roxa do parque

Gabriela Moore

‘Hip hop’ no palco principal juntou Portugal e Espanha. Apesar da grande adesão, maior diversidade de géneros musicais é reivindicada. Texto e fotografias por Gabriela Moore

A noite da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra (FFUC) trouxe grande público para o Parque da Canção nesta terça-feira. O ‘hip hop’ dos artistas Dillaz e Morad atraiu os espectadores, que encheram a área do palco principal enquanto a tenda ficava mais vazia que o normal.

Dillaz subiu ao palco às 0h30 e, durante toda a sua atuação, incentivou o público a cantar alguns dos ‘hits’ mais conhecidos como ‘Oitavo Céu’, ‘O Clima’ e ‘1100 cegonhas’. Com constantes chamadas para “Coimbra” cantar mais alto e a provocar os espectadores com frases como “não estou a ouvir” e “está fraquinho”, a audiência correspondeu e cantou com força as músicas. O cantor estava acompanhado de Zeca, seu ‘backup vocal’, durante o concerto.

Os primeiros acordes de ‘Mo Boy’ fizeram vários se aproximarem do palco com animação. Bianca Ribeiro, estudante de Enfermagem na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, disse que “adorou” o facto de o artista ter cantado músicas mais antigas. “As pessoas estavam à espera que ele tocasse músicas mais conhecidas, mas ele agradou muito ao público mais antigo”, reconhece.

Não foram todos os que conseguiram assistir ao espetáculo. Rafael Silva, estudante de Desporto na Escola Superior de Educação de Coimbra, queria ouvir Dillaz, mas a grande fila para entrar no recinto fez com que só chegasse a meio do concerto. No entanto, o pouco que viu considerou “brutal”.

Embora a expectativa fosse alta para o artista português, muitos dos que estavam no recinto também esperavam o espanhol Morad. O público cantou junto ao som de ‘Toda la noche’ e ‘Normal’ e se animou quando o músico disse que estava a se sentir “em casa”.

Entretanto, nem todos no recinto estavam ali pela música da noite. Beatriz Fernandes, estudante da Faculdade de Direito da UC, admitiu que os músicos da noite não eram o seu “estilo” e confessou que veio só “porque é a Queima” e se pode “aproveitar mais do que os concertos”. Mariana Gaspar, estudante da FFUC, considera que “talvez pudessem variar mais o estilo dos concertos”, porque, segundo ela, “não há muita diversidade”.

A seguir, o palco principal recebeu a Phartuna e a TAFFUC, tunas académicas da FFUC. Na próxima noite, os brasileiros MC Pedrinho e MC Kevin o Chris vão atuar, seguidos do Coral Quecofónico do Cifrão.  

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