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Ensino Superior

Reitoria abre a porta a relatório da DG/AAC sobre as residências da UC

Fotografia cedida por Daniel Aragão

Relatório apresentado menciona e exemplifica problemas existentes nas instalações. Daniel Aragão realça que é “essencial que haja dinâmica de colaboração” entre estruturas. Por Sara Sousa

Problemas estruturais, pouca eficiência dos equipamentos e fraca comunicação com os Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra (SASUC) são os principais aspetos apontados no relatório do “Projeto Porta a Porta: Delegados das Residências Universitárias da UC”. Desenvolvido pela Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC), o documento foi entregue no Conselho de Ação Social, na Reitoria da UC, no dia 29 de março.

“Houve a necessidade de ir ao terreno e, em cada residência, ouvir os problemas que existem por parte dos delegados e de outros colegas residentes”, refere o presidente interino da DG/AAC, Daniel Aragão. O dirigente associativo explica que o nome do projeto se inspira no ato de “bater à porta das residências”, de modo a fazer um levantamento dos problemas. Esclarece ainda que o relatório, “para além de ter os registos dos problemas, contém também fotografias para os exemplificar da melhor forma”.

Segundo José Gomes, coordenador do pelouro da Ação Social da DG/AAC, os problemas nas instalações descritos no documento são “sobretudo estruturais, a nível dos equipamentos e, ainda, em termos de comunicação entre os representantes das residências e os SASUC”. Destaca também a importância da “proximidade com os estudantes e de não falar apenas com os SASUC, porque só assim é possível compreender as dificuldades”.

O presidente interino revela que alguns dos obstáculos que a iniciativa teve de enfrentar passaram pelo facto “de ter sido um trabalho de meses”, assim como alguma “dificuldade em arranjar os contactos dos delegados e as suas disponibilidades para marcar reuniões”. José Gomes acrescenta que tentaram chegar a todas as residências, mas não foi possível pela falta de contactos de algumas.

“É essencial que haja esta dinâmica de colaboração”, bem como canais de comunicação adequados entre as residências e os SASUC, realça Daniel Aragão. Já o coordenador do pelouro da Ação Social clarifica que, no relatório, apenas constam as dificuldades que foram verificadas nas residências universitárias. Contudo, adianta que vai ser realizada “outra reunião para serem discutidas possíveis soluções aos problemas apresentados”.

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