Cultura

Quantunna organiza a 18ª edição do Festival Oito Badaladas

Leonor Garrido

Presente edição marca o regresso do festival desde o início da pandemia. Noite de espetáculo de dia 19 marcada por concurso de tunas de todo o país. Por Fábio Torres

A Quantunna organiza nos dias 18 e 19 de fevereiro o Festival de Tunas Mistas da Universidade de Coimbra (UC), Oito Badaladas. O festival, que nasceu em 2002, vai agora para a sua 18ª edição e divide-se em dois palcos. A noite de serenatas será no primeiro dia, tendo lugar no Centro Cultural D. Dinis, às 21h00, com entrada gratuita. No segundo dia, realiza-se a noite de espetáculos, no Teatro Académico Gil Vicente (TAGV) pelas 20h30, com o preço de 4,50€ para estudantes e 6€ para não-estudantes.

O festival organizado pela Tuna Mista da Faculdade de Ciências e Tecnologias da UC (FCTUC) conta com a parceria e o apoio da associação A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria. De acordo com Mariana Henriques, presidente da Quantunna, a edição deste ano está focada em “divulgar a música portuguesa tradicional, que por vezes é esquecida ou pouco apreciada”. A presidente refere ainda que tencionam demonstrar que “a música portuguesa tem qualidade e deve ser propagada e ouvida”.

Para a segunda noite, a tuna mista da FCTUC organiza um concurso entre quatro tunas. Segundo Mariana Henriques, o objetivo do festival é “dar a conhecer a cidade a outras tunas e trazer um pouco da cultura das mesmas a Coimbra”. Para tal, a organização convidou as tunas Tuna Académica de Enfermagem de Beja (TAEB), Tuna de Medicina da Universidade do Minho (TMUM), Tum’Acanénica e Viriatuna.

Catarina “Escondidinha” Pereira, Magister da Tum´Acanénica, ressalta a saudade que a tuna de Leiria tem “de festivais, do público, das palmas e do convívio”. Para Tatiana “Ferb”, relações públicas e secretária da direção da Viriatuna, o festival permite à tuna de Viseu “acesso a novas culturas, de diferentes partes do país, com vários tipos de música”. Já para Alice, Magister da TAEB, o festival marca o retorno aos palcos após “quase dois anos”, pelo que estão “entusiasmados e com boas expectativas”.

No final da noite são atribuídos nove prémios, a maioria pelo painel de jurados. Para além de melhor tuna e melhor tema, é entregue também o prémio André Moutinho para a tuna mais mista, de forma a homenagear um falecido impulsionador do festival. A última edição do Oito Baladas ocorreu em 2019, pelo que Mariana Henriques e a equipa estão “mais do que ansiosos” para a presente edição.

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