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Cultura

Trap une-se à música popular no segundo dia da QF’21

Francisco Barata

Ana Malhoa emociona-se no regresso ao Parque da Canção. Possibilidade de pagar com dinheiro como alternativa para problemas com pulseira ‘cashless’. Texto e fotografias por Francisco Barata e Marília Lemos

A segunda noite da Queima das Fitas 2021 (QF’21) viu um começo lento no palco principal, com um atraso de quase uma hora. Depois da longa espera, o Palco Fórum Coimbra arrancou com o concerto do rapper João Freixo, mais conhecido pelo seu nome artístico Lon3r Johny.

O músico lisboeta conquistou a animação da plateia, que vibrou ao som de temas como “GT3” e “Stay Fly”. O público reagiu positivamente e acompanhou as letras das músicas com afinco. Em momentos pontuais da atuação, juntaram-se ao artista rappers convidados, nomeadamente ProfJam e Lhast.

Findada a performance de Lon3r Johny, foi a vez do cabeça de cartaz, Diogo Piçarra, invadir o Queimódromo. O cantor natural de Faro entoou singles como “Paraíso”, “Anjos”, “Monarquia” e “Dialeto”. Deu ainda destaque à canção “Escuro”, a qual tarjou como “uma das músicas mais importantes” para si, na medida em que trata do assunto de saúde mental. O artista não hesitou em garantir que “não vai esquecer” este que foi seu primeiro show desde a pandemia, e referiu ser “um privilégio” apresentar-se num recinto onde já foi “muito feliz como parte do público”.

A noite no Parque da Canção prosseguiu com a atuação enérgica de Ana Malhoa. Já nos seus 36 anos de carreira, a cantora popular emocionou-se a meio da apresentação. Durante a conferência de imprensa, a artista revelou que o seu último concerto antes da pandemia tinha sido na Queima da Fitas, e agora está de volta para a sua primeira atuação passados dois anos. Para ela, o público de Coimbra “respondeu tão bem quanto ou até melhor que a última vez”.

O palco princial despediu-se nesta segunda noite ao som dos grupos académicos Estudantina Universitária de Coimbra e Mondeguinas. Para Mariana Araújo, estudante de Marketing e Comunicação Empresarial do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, “as tunas foram a melhor parte da noite, porque mantêm viva a tradição”.

Devido aos problemas técnicos apresentados pelas pulseiras ‘cashless’ no primeiro dia da QF’21, a Comissão Organizadora da Queima das Fitas (COQF) anunciou que as compras em dinheiro passariam a ser aceites. De acordo com Tatiana Fernandes, assessora de imprensa da COQF, esta possibilidade vai ser mantida nos próximos dias de festividades.

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