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Ensino Superior

Ricardo Lourenço apresenta candidatura à MAM/AAC

Fotografia cedida por Ricardo Lourenço

Estudante da FLUC promete uma MAM/AAC proativa e dinâmica. Candidato deixa várias críticas a mandato do atual presidente, João Lincho. Por Débora Cruz e Joana Carvalho

Ricardo Lourenço junta-se à corrida eleitoral enquanto candidato à presidência da Mesa da Assembleia Magna da Associação Académica de Coimbra (MAM/AAC). “Audácia, compromisso e seriedade” são os pilares da campanha do aluno de terceiro ano de Estudos Europeus da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC).

O estudante afirma que a sua candidatura à MAM/AAC vem do “gosto em participar de forma ativa na AAC”. Explica também que a sua experiência enquanto membro do Conselho Fiscal da AAC (CF/AAC) o levou a assumir “competências da MAM/AAC que nos últimos dois anos não têm sido cumpridas”. 

Ricardo Lourenço relembra que nas últimas eleições para os órgãos da casa, tem sido o CF/AAC a assegurar a organização das mesmas. Segundo o candidato, “o CF/AAC acaba por não ter a mesma disponibilidade para tratar do que deveria estar a tratar”, o que leva à criação de uma “casa disfuncional”.

O estudante da FLUC tece ainda críticas ao atual presidente da MAM/AAC, João Lincho, e reforça que as declarações mais recentes do mesmo são “inadmissíveis”.  Ricardo Lourenço considera que “quando se assume uma responsabilidade e não se sabe fazer alguma coisa, é preciso procurar aprender junto dos mais experientes” e que nesse sentido, “as coisas na MAM/AAC não estão bem”.

O candidato aponta o facto de, no último mandato, as Assembleias Magnas (AM) terem sido “um desastre total”, já que o CF/AAC teve de assegurar uma contagem de votos porque, segundo o mesmo, “a MAM/AAC não se organizava para o fazer”. Realça também que a falta de organização no decorrer das AM causa a “perda de credibilidade da casa” perante a comunidade estudantil. “É preciso proatividade”, reforça Ricardo Lourenço.

A abstenção é “uma batalha que todas as listas devem tentar combater, independentemente das suas ideias”, refere o estudante. O candidato relembra que no processo eleitoral em que foi eleito, foi registada uma abstenção “acima dos 90 por cento” e que existe um “afastamento interno do que é a gestão interna da AAC para com os estudantes”. Deixa ainda um apelo “à participação e à procura de esclarecimento por parte de todos os colegas” em relação às eleições que se avizinham.

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