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Cultura

Música eletrónica pauta penúltima noite

Tomás Barros

Calor da plateia aqueceu noite chuvosa. Zanova, Karetus, Mandragora, Desconcertuna e Orxestra Pitagórica trouxeram a festa para corajosos que se aventuraram pela lama do recinto. Por Tomás Barros e Simão Moura

Mesmo com um atraso de mais de 30 minutos e um aviso para chuva forte pela Proteção Civil, as festividades acabaram por chegar à Praça da Canção. Apesar da chuva intensa, os estudantes não se detiveram e dirigiram-se até ao palco Fórum Coimbra para vibrar com os ‘DJ’s’ presentes no cartaz.

Zanova, nome artístico de Olga Ryazanova, em conferência de imprensa, reconheceu que o tempo afetou o número de pessoas que foram assistir, mas agradeceu pelo público “jovem e cheio de poder”. Aquela que é uma das DJ`s mais seguidas no TikTok reclama de machismo na indústria musical, afirmando que ainda há quem a veja como “uma mulher e não como uma produtora musical”.

A noite prosseguiu com Karetus. Antes do concerto o grupo confessou estar ansioso pelo regresso à cidade dos estudantes após dois anos, anos estes em que ficou a saudade de voltar a atuar.

O grupo passou estes anos de pandemia em Coimbra e diz estar a voltar à normalidade “com o pé direito” e em sua casa. Com duas músicas a estrear em palco trouxeram três convidados para dar ainda mais vivacidade ao seu concerto.

A certa altura da noite a chuva cessou e o espaço passou a estar preparado para ouvir o nome mais sonante da noite, Mandragora. O artista deu um espetáculo que reuniu milhares de estudantes junto do palco principal. Eduardo Neto nasceu no México e desde cedo que se tornou uma potência no estilo musical denominado ‘Psytrance’.

Nesta segunda passagem por Portugal, Mandragora, em conferência de Imprensa, confessou que “não sabia o que esperar” e julgava que “ia ser uma festa pequena de universidade”, mas apercebeu-se que se tratava de um “festão”. Mandragora revelou estar feliz pelo facto de representar o ‘trance’ numa festa universitária porque, segundo o mesmo, este estilo não costuma ter “muita presença neste tipo de festa”.

A noite fechou com a Desconcertuna e com a Orxestra Pitagórica. Em conferência de imprensa a Orxestra Pitagórica, com a sua habitual postura, trouxe para termos futebolísticos aquilo que esperava do concerto. Apesar de já ter atuado no dia 25, os membros garantiram não existir “fadiga” para este último concerto na QF’21. 

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