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Ensino Superior

Conselho Geral integra novo membro externo

Maria Monteiro

Desistência de membro externo do CG/UC resulta em nova entrada. Anabela Mota Ribeiro assume funções nos próximos 4 anos. Por Carina Costa

Devido a incompatibilidades das exigências associadas ao cargo e à vida profissional, Maria Vlachou viu-se obrigada a ter que desistir da função de membro externo. O procedimento sigiloso que nomeia estes membros resultou na integração da jornalista Anabela Mota Ribeiro ao Conselho Geral da Universidade de Coimbra (CG/UC), durante um mandato de quatro anos.

Renato Daniel, representante dos estudantes no CG/UC, admite que esta “não é a primeira desistência e que certamente não será a última”, devido à exigência do compromisso que é feito com a UC e o CG. No entanto, o representante garante que é necessário haver “uma consideração dos membros para com o órgão” e perceber se são “capazes de executar na plenitude as funções que lhes competem”. Caso não aconteça, é “normal que ocorram desistências”.

Para além das reuniões previstas que fazem parte do trabalho do CG/UC, há funções a serem realizadas pelas cinco comissões. Estas são organizadas pelas diferentes áreas de interesse e exigem um trabalho mais regular e suplementar às reuniões habituais do órgão principal. Renato Daniel explica que cada comissão tem a responsabilidade de organizar ideias para que possam ser levadas à consideração do CG/UC.

O representante reconhece que este trabalho mais regular possa “criar alguns constrangimentos de horários”. A falta de disponibilidade total pode colocar “em causa toda a produção do trabalho do órgão” e, por isso, é “necessário que entre alguém em substituição”, esclarece.

Os dez membros externos que fazem parte do CG/UC trazem consigo “uma visão mais ampla e dinâmica para a construção de uma universidade melhor”, afirma Renato Daniel. Enquanto membros externos estes contribuem com “um conjunto de visões diferentes daquilo que é o espaço académico hoje em dia”, o que representa uma “grande ambição” para o futuro da UC.

Quanto às perspetivas para esta substituição, o representante dos estudantes considera que “ainda é muito cedo para saber as consequências”. Contundo garante que o “mais importante é que entre todos os membros exista uma união para tornar a UC melhor” e um “debate de ideias positivo”.

Renato Daniel assegura que, até ao momento, todos os elementos docentes, não-docentes, estudantes e membros externos têm-se reunido para “debater ideias vantajosas” e que o trabalho das comissões tem sido “bem feito”. Termina deixando o desejo de que as propostas se concretizem para “a construção de uma UC melhor”.

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