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Ensino Superior

Luta pela igualdade é o mote do Plano Estratégico da AAC

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Encontrar soluções para desigualdade é objetivo. Estudantes podem participar no projeto através de debates específicos sobre o tema. Por Mafalda Pereira e Maria Salvador

A Associação Académica de Coimbra (AAC) vai desenvolver, durante os próximos dois meses, um Plano Estratégico para a Igualdade. O plano, centrado na igualdade racial, de género e socioeconómica, procura ter um impacto, não só no meio académico, mas também na cidade de Coimbra e a nível nacional. 

Numa primeira fase, o projeto vai basear-se num conjunto de reuniões com entidades, organizações e personalidades de elevando interesse para cada um dos temas. De seguida, através de fóruns de discussão intitulados “Jornadas para a Igualdade”, os estudantes e a população interessados podem participar nos debates. Por último, com as contribuições dos dois primeiros momentos, vai ser elaborado um documento, a ser aprovado em Assembleia Magna, para apresentar junto das entidades governamentais. 

Segundo o presidente da Direção Geral da AAC (DG/AAC), João Assunção, “existem vestígios de desigualdade social, de género e socioeconómica e, sabendo dessa realidade, a AAC considera importante aliar-se a essa luta”. Assim, o plano tem dois grandes objetivos: detetar “as bolhas de desigualdade” presentes na academia, na cidade e no país e encontrar “soluções o mais coerentes possível para esta realidade”, explica.

Marcada pelo historial de luta por uma sociedade justa e igualitária, “a AAC sempre foi uma força motriz da intervenção política do país”, relembra João Assunção. Para o presidente da DG/AAC este é um aspeto que se mantém atual e, por isso, pode ser uma mais valia para alertar as populações a nível nacional e mostrar que a desigualdade continua a ser um problema estrutural. 

João Assunção refere ainda que “a academia é o espelho da sociedade” e, nesse sentido, é fundamental o papel da AAC para que se possa alcançar uma “sociedade que não tenha em conta aspetos de género, de sexo, de etnia ou questões socioeconómicas”, remata.

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