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Desporto

[II Liga] Académica vs Académico de Viseu – os estudantes, um a um

Inês Rua

Começa a verificar-se uma certa tendência e Paulo Sérgio Santos aproveitou para lançar mais umas dicas. De resto, houve alguém que passou de patinho feio a cisne e, ainda, uma tentativa de expulsar o árbitro.

Mika – 7

Se dúvidas houvesse, contratámos um guarda redes para aquecer o banco e para jogar nas taças. Espera, que taças?

p.s. – sim, sabemos que o Mika se pode lesionar (bater três vezes na madeira), mas duvidamos, apesar de percebermos que o Daniel Azevedo não chega, que seja um ‘keeper’ que nem titular era no Leixões que venha safar-nos em caso de catástrofe.

Mike – 6

Temos saudades do Fabiano, mas daqui a maio é um tirinho e mais vale irmos tirando o penso. Porque o Mike é o que temos e, olhando a anos recentes, poderia ser bastante pior (Sérgio Conceição, Jean Filipe, Pedro Coronas). Percebem a ideia?

Rafael Vieira – 5

Não é o ser parecido com o Casillas, mas há ali qualquer coisa que ainda não gera confiança. Hoje, contudo, mais certinho, principalmente em comparação com o seu colega de setor.

Silvério – 4

Silvério Silva, Silvério Júnio, só Silvério, mas nunca apenas Júnio. Todavia, sempre os mesmos erros, como se qualquer coisa se desligasse e a concentração se fosse. Veio para a segunda parte equipado com uma touca, mas nem isso o safou de enfiar água. 

Bruno Teles – 8

Se no início nos pareceu estar a fazer birra por ter deixado de ser central, com cortes defeituosos e cortes para canto sem adversários por perto, depois do intervalo a imagem foi outra. De patinho feio passou a cisne e carimbou o regresso macambúzio do Académico a Viseu, com um penálti e um grande remate de fora da área. 

Inês Rua

Ricardo Dias – 5

O preocupante é não termos ninguém com a sua potencial qualidade no banco (ou no plantel), porque os últimos jogos têm esbatido a nossa idolatria. Já aqui falámos várias vezes em Jimmy, porque pensamos que há jogadores que, de facto, marcam pelo que foram e poderiam ter sido, mesmo que só o tenhamos visto em 2016/17. E, olhando para o seu percurso (antes, durante e pós-Briosa), é estranho que não tenha ficado e que se mantenha pelo Campeonato de Portugal. Mas bom mesmo é a Serie D italiana. #ficaadica

Guima – 6

Começa a ser o jogador que pensamos que pode ser. Menos quezilento, mais trator, mais médio completo que pode vir a dar algum dinheiro à Académica (isto se o seu contrato, tipo de documento que é sempre nebuloso na Académica no que diz respeito à sua duração, o permitir). Também nos parece influência do Chaby. #ficaadica

Chaby – 6

Há uma Académica com Chaby e uma Académica sem Chaby, que é como quem diz uma Académica com Fabinho. E a grande diferença está na mobilidade do, infelizmente, sportinguista. Enquanto dura a bateria, e hoje foi quase os 90 minutos, há a constante intenção de protagonizar aqueles lances que perduram na memória dos adeptos, que dão o tempo por bem gasto.

Traquina – 6

Tentou expulsar o árbitro num lance em que ficou bem patente a sua qualidade futebolística de capitão.

Bouldini – 6

Não foi determinante como em ocasiões anteriores, mas é a figura da II Liga e, consequentemente, da nossa Briosa. Tal como no caso do Guima, esperamos que nos leve de volta ao patamar cimeiro do futebol nacional e, depois, abra as asas para outros voos, deixando os nossos cofres recheados.

João Mário – 4

Se continuar a fazer remates que saem pela linha lateral, rapidamente ficaremos sem argumentos para aconselhar a sua titularidade. E, dessa forma, talvez se entenda a contratação do Mayambela.

Sanca – 3

Há toda uma relação estranha a formar-se no lado esquerdo do ataque estudantil. No início da época tínhamos João Mário > Sanca. Depois João Mário lesionou-se e passou a Sanca > João Mário, até hoje. De permeio, fomos buscar Mayambela ao Farense (que esteve parado até agora) e perspetiva-se Mayambela > Sanca > João Mário. Quem disse que o futebol não é imprevisível? #ficaadica

p.s. – quanto a Sanca, alguns pormenores engraçados e o centro para o corte que dá origem ao golo da vitória. Mas não chega. 

Mayambela – 2

Arrancadas, check. Técnica, check. Resto, dunno.

Dani – 2

Aquele abraço do Rui Borges no final, a dar a entender que está aqui o número dois de Bouldini. É dar seguimento àquela receção e melhorar a finalização, que a raça academista está lá toda (e faz lembrar o Diogo Ribeiro).

Fabinho – 0

#adicaresultou

Rui Borges / Fernando Alexandre – 6

Estamos em segundo lugar, a esperança continua, mas hoje voltou a ser sofrido, frente a mais uma equipa da segunda metade da tabela. O discurso de que a II Liga é extremamente competitiva encaixa até um certo ponto porque hoje continuou a haver sinais de desconforto sempre que se exigiu que a equipa assumisse o jogo. Uma andorinha (leia-se Chaby) não faz a primavera, mas se queremos subir temos de entender qual é o bando certo para nos fazer voar até lá.

Dica d’A Cabra 10

Começa a gerar-se uma tendência bonita, de se ler o que aqui escrevemos e haver mudanças com base nisso. SPORT TV, mantenham o Tonel, o moço sabe do que fala, fala bem e é uma lufada de ar fresco. Quanto ao nosso duo maravilha, é só pesquisarem neste texto por #ficaadica.

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