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Desporto

Empate em casa mantém Académica a cinco pontos da liderança

Fotografia gentilmente cedida por AAC/OAF @jcarvalho_photos

Equipa conimbricense não aproveitou os deslizes de Feirense e Estoril. Falta de eficácia pauta exibição dos estudantes numa tarde cinzenta. Por Inês Rua e Jéssica Terceiro

Durante a tarde de terça-feira, a Académica defrontou o Leixões, no Estádio Cidade de Coimbra, na  17.ª jornada da Segunda Liga. Com cinco vitórias nos últimos seis jogos em casa, a Académica chegou a jogo com o objetivo de recuperar terreno e aproximar-se do primeiro lugar. Com uma série de três resultados positivos, o Leixões entrou em campo com o foco na redução da distância dos lugares de subida. Em relação ao jogo em casa do Benfica B, Rui Borges teve de fazer uma alteração forçada ao colocar Rafael Furtado no lugar do castigado Bouldini e promoveu o regresso de Fabiano ao onze, deixando Fábio Vianna no banco. 

Com um tempo cinzento e de chuva, o apito inicial soou às 17 horas com o pontapé de saída a ser cobrado pela briosa. Durante os minutos iniciais, a equipa da casa demonstrou controlo no jogo sem nenhum ataque fervoroso. Ao minuto 32, uma perda de bola dos estudantes ofereceu um contra-ataque ao Leixões, mas acabou por ser neutralizado. Logo de seguida, houve um novo canto para a Académica, mas este foi direto para as mãos do guarda-redes. Com uma boa triangulação do lado direito do ataque da briosa, Traquina correu com a bola em direção à área e tentou a finta, mas foi carregado em falta.

Devido às lesões sofridas por Fabiano e Rafael Furtado, Rui Borges viu-se forçado a substituí-los, na primeira parte, por Fábio Vianna (aos 16 minutos) e por João Mário (aos 32 minutos), respetivamente. A equipa da casa fez dois remates, apenas um deles à baliza, enquanto o Leixões fez um, durante os primeiros 45 minutos. Contabilizou-se um total de 19 faltas e três amarelos o que contribuiu para diversas paragens durante o primeiro tempo.

No segundo tempo do jogo, a equipa da casa entrou mais forte, mas o Leixões mudou de atitude e procurou atacar mais. Aos 49 minutos, uma perda de bola dos bebés do mar em zona perigosa permitiu o contra-ataque da Académica. Contudo, o cruzamento de Traquina não foi bem concretizado e foi cortado. A pressão por parte dos estudantes foi perceptível ao não permitir os forasteiros sair do seu meio campo. Sanca voltou a criar situação de perigo, aos 51 minutos, com remate fora da área mas a bola foi cortada. 

A equipa de Matosinhos conseguiu a vantagem aos 65 minutos através de um erro do meio campo da briosa que acaba por entregar um contra-ataque à equipa nortenha, o qual culmina com uma falta de Mika dentro da grande área. A grande penalidade foi cobrada por Nenê que colocou a bola na rede do guardião da Académica. 

Ao minuto 77, apesar de um contra-ataque perigoso por parte do Leixões, a equipa conimbricense demonstrou uma boa coesão defensiva. Logo após, o pontapé do guarda-redes da Académica deixou dois avançados da mesma equipa dentro da área, mas a eficácia voltou a falhar. O golo do empate chega no tempo de compensação através de João Mário. Depois de um cruzamento da direita por Traquina, o jogador guineense finalizou à boca da baliza e restabeleceu a igualdade no marcador.

Rui Borges reiterou que a Briosa “não desistiu, tentou criar e foi feliz no golo do empate”. Revelou ainda que “foi um jogo em que faltou um pouco de qualidade, tanto individual, como coletiva”

A Académica vai defrontar o Académico de Viseu no próximo dia 31 de janeiro, no Estádio Cidade de Coimbra, em mais um jogo a contar para a Segunda Liga.

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