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Ensino Superior

O primeiro dia da nova DG/AAC

Nino Cirenza

Novo presidente da DG/AAC garante “académica justa para todos” como objetivo crucial do novo mandato. Esperança e otimismo marcam pilares para o próximo ano. Por Nino Cirenza, Ivana Freitas e Xavier Soares.

A tomada de posse da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) e da Mesa da Assembleia Magna (MAM/AAC) realizou-se ontem, dia 3, pelas 18 horas. O evento, que teve como palco o Pavilhão Engenheiro Jorge Anjinho, contou com a participação do ex-presidente da DG/AAC, Daniel Azenha e do seu sucessor, João Assunção, do ex-presidente da MAM/AAC, Diogo Teixeira e do recém-eleito, João Lincho e ainda do reitor da Universidade de Coimbra (UC), Amílcar Falcão.

Coube a Daniel Azenha dar início à cerimónia com um tecer de agradecimentos pelos “dois melhores dois anos da sua vida”. Garantiu que durante o seu mandato, o objetivo foi sempre “servir os interesses dos estudantes e nunca deixar que as desigualdades sociais fossem um fator que dificultasse o seu percurso”. “Liderei esta casa com base nos valores da integridade, resiliência e proximidade”, destacou.

Diogo Teixeira também se pronunciou e despediu-se do cargo de presidente da MAM/AAC referindo que o último ano foi pautado por mudanças profundas, mas que o essencial se manteve: “o sentimento de academismo persiste e tem de persistir”.

O discurso do novo presidente da MAM/AAC, João Lincho foi marcado pela lembrança de vários episódios históricos da AAC e da influência que esta exerce nos estudantes de todo o país e na comunidade conimbricense.  “A existência das inúmeras secções da Académica, é que nos torna diferente e únicos”, declarou. “O poder da Académica está em cada um dos estudantes, é por eles que a academia se move”, realçou o Mestre em Engenharia Química.

“Uma académica justa para todos” foi o tema fulcral do discurso do novo presidente da DG/AAC, João Assunção. O recém-eleito presidente acredita na mudança, “para o melhor” da associação, mas relembrou ser necessário lutar contra a desigualdade, em especial numa altura de grandes dificuldades. O aluno de Direito relembrou ainda a importância do local do evento como sinónimo de investimento. Quanto à crise derivada da situação pandémica o representante deixou ainda uma mensagem de esperança com vista ao futuro: “iremos ultrapassar esta fase difícil”, concluiu.

O reitor da UC encerrou a cerimónia com um discurso breve onde congratulou o antigo presidente da DG/AAC, Daniel Azenha, pelos dois mandatos e onde abordou também o problema relativo à falta de condições do edifício da AAC. “Trata-se de um processo bastante complexo e que exige muitas implicações de planeamento”, contudo, o reitor garantiu que vão ser feitos desenvolvimentos nesse sentido.

Numa nota final, o representante máximo da UC garantiu ainda que os laços que unem a UC e a AAC vão continuar a ser uma prioridade dado que os dois órgãos devem cooperar para um bem comum: os estudantes.

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