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Ensino Superior

Praxe de Gozo do Caloiro suspensa por 5 dias

Maria Monteiro

Decisão parte de atitude preventiva do MCV. Após designação da tasca Moelas como “Refúgio de Baco”, Pinto’s foi condecorado com o mesmo título. Por Maria Monteiro e Bruno Oliveira

Decorreu ontem na Cantina dos Grelhados o Magno Conselho de Veteranos (MCV). Em decreto, foram anunciadas as decisões tomadas durante a reunião: a distinção do estatuto “Refúgio de Baco” à Tasca Pinto’s, a suspensão da praxe de Gozo do Caloiro por cinco dias e a atribuição de um cognome ao professor Elísio Estanque.

Segundo o dux veteranorum da Universidade de Coimbra (UC), Matias Correia, “não foram identificados incumprimentos na maioria dos cursos, mas antes um fenómeno de extrema euforia social que estava a ser confundido com a atividade praxística”. O objetivo da interrupção da praxe de Gozo do Caloiro é “dar um tempo para que a euforia sossegue” e avaliar a situação perante os novos casos em Coimbra, clarifica Matias Correia.

Após os cinco dias de suspensão, o MCV tem em cima da mesa duas opções: “a descontinuação da praxe por um novo período ou o fortalecimento das medidas de segurança”, elucida Matias Correia.

Quando questionado acerca do tipo de sanções a aplicar nos casos de incumprimento deste decreto, o dux veteranorum explica que “são sanções simbólicas”. Processos disciplinares podem ser aplicados e as autoridades contactadas, mas, “o MCV não tem autoridade legal, mas um tipo de autoridade mais moral”, de acordo com Matias Correia.

Na sequência do processo de classificação das tascas de interesse académico, iniciado pelo MCV o ano passado com a designação da tasca Moelas, seguiu-se a entrega do mesmo estatuto ao Pinto’s. O reconhecimento vem, conforme Matias Correia, com o propósito de “tornar a tasca num ponto de peregrinação de caloiros”. Para o  dux veteranorum, a vida académica em Coimbra passa também por conhecer a cidade”.

A última decisão do conselho foi a atribuiçãoo do cognome “O Zangado” ao professor Elísio Estanque. O desígnio veio do facto de o professor “já ser conhecido pela zanga e arrelia visceral que tem para com a praxe”, expõe Matias Correia.

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