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Ensino Superior

Primeira Magna do ano centra-se nas dificuldades provocadas pela pandemia

Tomás Barros

Assembleia Magna aprova Relatório Anual e Contas de 2019 e Plano Orçamental de 2020. AAC calcula perda de receitas que rondam os 400 mil euros. Por Tomás Barros e Bruno Oliveira

Foi num ambiente muito diferente que se realizou a primeira Assembleia Magna do ano letivo de 2020/2021. Cerca de 200 estudantes reuniram-se para discutir, ao ar livre, no campo de Santa Cruz, temas como o ano letivo atípico que passou e a situação financeira da Associação Académica de Coimbra (AAC). 

No início da sua intervenção, o presidente da Direção-Geral da AAC (DG/AAC), Daniel Azenha, referiu a nova parceria com o banco Santander, que resultou num encaixe financeiro de 30 mil euros. Comunicou ainda que a DG/AAC vai ter disponível um fundo solidário direcionado para as secções da casa, na ordem dos 20 mil euros. Daniel Azenha salientou que, para além da diminuição das verbas da AAC, houve também um aumento de encargos financeiros.

O administrador da Direção-Geral, João Gonçalo, expôs o Relatório Anual e Contas de 2019 e lançou o Plano Orçamental para 2020. Começou por mencionar uma redução do passivo externo, que estava fixado nos 280 mil e desceu para 60 mil euros. João Gonçalo enunciou alguns dos acordos de pagamento que levaram à atenuação da dívida como, por exemplo, o relativo ao Pavilhão Jorge Anjinho, no valor de 50 mil euros. Esclareceu ainda que, “em relação ao Conselho Desportivo, a AAC não conseguiu estabelecer uma dinâmica de pagamento”.

Numa reflexão acerca das dificuldades provocadas pela pandemia, o administrador da DG/AAC calcula uma perda de receitas de 400 mil euros. Em relação ao  Plano Orçamental para 2020, prevê-se um balanço positivo de 38 mil euros cujas despesas, segundo João Gonçalo, se vão centrar no pagamento aos funcionários e na gestão diária do edifício. 

Na sua intervenção, o presidente do Conselho Fiscal da Associação Académica de Coimbra, Francisco Costa, alertou que o facto de “90% da receita provir de entidades externas pode ser problemático”. Apesar desta circunstância e das adversidades colocadas pela pandemia, o parecer dado pelo Conselho Fiscal  para o Plano Orçamental de 2020 foi positivo.

Desta Assembleia Magna resulta a aprovação do Relatório Anual e Contas de 2019 e do Plano Orçamental de 2020. Destaca-se ainda, na intervenção de Daniel Azenha, um apelo de responsabilidade à comunidade estudantil, face aos desafios impostos pela Covid-19 .

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