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Desporto

[II Liga] Académica vs Mafra – os estudantes, um a um

A Académica é, de facto, uma montanha russa. A subida e a descida esfrangalham os nervos a João Pimentel e Paulo Sérgio Santos. Isso e a falta de ambição. A continuar assim, não há Académica na Primeira.

Mika – 6

Como não foi posto à prova, não há muito a dizer. Uma vez mais, é melhor do que aquilo que tínhamos, mas temos sérias dúvidas se é melhor do que o que já tivemos. Nada que já não tenha sido visto no Santa Cruz à noite, entre amigos, a feijões.

Francisco Moura – 6

Temos um enorme agradecimento a fazer-lhe. Conseguiu mostrar que o lugar do Mauro Cerqueira é em todo o lado, menos na lateral esquerda.

Silvério – 4

Na sua camisola 4 vivem um Silvério e um Júnio. Silvério é um tipo tímido, inseguro, que ainda não percebeu como conseguiu ter o manto negro vestido. Faz passes piores do que um apanha-bolas ao intervalo e pouco mais. Júnio, por seu turno, gajo formado nas famosas caxinas onde reina a universidade da vida, manda vir com os companheiros e acalma-os em alturas de maior aperto.

Arghus – 7

Num determinado momento do jogo, a II Liga parecia o Championship. Duas entradas duras, mas leais, meteram Ayongo em sentido. O trajeto de Arghus é como andar de bicicleta: quanto mais joga, melhor pedala.

Mike – 5

Todos temos dias maus. É o filho que não deixa dormir, é uma cerveja na praça que acaba em sangria com bagaço no Moelas, é o trabalho que não sai bem. Ou são os pulmões que quase são cuspidos porque já não há pernas para acompanhar malta expectavelmente mais nova.

Dias – 6

O Dias deste ano não é o Dias dos anos anteriores. Mas hoje, pelo menos, voltamos a questionar-nos por que razão anda Dias na II quando tem estaleca para a Primeira.

João Mendes & Chaby – 5

Cinco é aquela nota inócua, não é carne nem é peixe, mas também não é vegetariano. É um espaço vazio. É  a nota que se dá a dois tipos que podia resolver um jogo, mas resolveram apenas sair a passo de campo, no momento da substituição.

Leandro – 4

Completamente nulo e ausente.

Traquina – 5

Desta vez deixou as traquinices em casa, mas trouxe o que quer que seja que lhe andam a dar. Um autêntico Bolt do Calhabé. Se for bom, também queremos.

Barnes – 2

Tínhamos aqui dois pontos por cada bola no poste, mas o minuto 62 foi padrasto. Se um dia mais tarde procurarem a definição de burrice num dicionário futebolístico, ela terá a descrição de como Barnes mete a mão na bola quando a devia ter metido era no bolso. E ainda é aplaudido. Porquê?

Derik – 1

Ia torcendo o tornozelo. Valeu o esforço, mas brincar é no parque, pá!

Brito – 0

Não jogava desde novembro, e arrastar-se dentro de campo também não ajudou. Já vi muitos idosos de 90 anos a correr mais e melhor.

Zé Castro – –

João Carlos Pereira – 5

Apresentou uma Académica diferente ou, então, simplesmente não marcou golos e isso alterou completamente a percepção que tivemos da exibição. Pareceu-nos ter tido medo do Mafra, mas Vasco Seabra também estava com medo da Académica. E lá está, é o cinco, o espaço vazio.

Secção de Jornalismo da Associação Académica de Coimbra

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