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Desporto

[II Liga] AAC vs Casa Pia – os estudantes, um a um

Um regresso aos triunfos que teve o seu auge no “Robben do Calhabé”. João Pimentel e Paulo Sérgio Santos fizeram ainda uma recomendação de um vídeo no YouTube e repararam num daqueles fenómenos irrepetíveis na vida, durante a passada tarde de domingo.

Mika – 7

Tiago quê? Quem? Um tipo com um potencial tremendo que vinha rebentar na Académica? Não, Mika. E, dizemo-vos já, era contratá-lo em definitivo. Uma ou outra reposição mal medida, mas algumas defesas a safar a pintura.

Mike – 6

É capaz de ter enfiado os pés pelas mãos, mas não mais que uma vez, o que atesta a ausência de pensamentos, comentários, elogios, insultos. Uma exibição à Mike, portanto.

Mauro – 7

Esperamos não nos arrepender de dizer isto, mas este terá sido, provavelmente, o melhor jogo do lateral esquerdo. Por momentos, a maldição que recai sobre aquele setor do último reduto estudantil pareceu não existir e o departamento de futebol da Académica funcionou bem. Hoje vimos muito do que está disponível no YouTube no “Compacto Mauro Cerqueira 2014/ 15”, ao serviço do Moura.

Zé Castro – 5

Sabemos que é o capitão, que é considerado um símbolo do clube, mas há ali qualquer coisa que nós, na nossa mera capacidade de observadores, simplesmente não conseguimos discernir. Hoje contámos pelo menos dois passes à queima, a lixar os respetivos recetores. Isto para não falar na saída de bola com passes longos.

Silvério – 5

Numa era de ‘slow’ tudo e mais alguma coisa (do jornalismo à própria vida, e que bem é preciso), o nosso caxinense resolve inovar e incorporar esses princípios no modelo de jogo individual que oferece ao coletivo estudantil. O resultado é um coro de assobios (que algumas vezes deveriam ser para Zé Castro) e a sensação que é um tipo que joga sobre brasas, mas que se queima devagar.

Ricardo Dias – 6

Não levou um cartão amarelo, o que pode ser considerado uma vitória para quem já tinha seis cartolinas em 11 jogos. E hoje conseguimos espreitar um pouco da razão para tal desnorte disciplinar. Imaginem que têm um gajo a jogar convosco que vos passa sempre a bola a 80 à hora, estejam vocês sozinhos ou com adversários por perto, a curta ou a longa distância (e no caso do Dias, é a curta). O resultado é óbvio: nove em cada dez vezes vão perder a bola para um adversário porque não a conseguem controlar e vão ter de fazer falta porque entre vocês e o Mika há apenas dois troncos.

Marcos Paulo – 5

Marcou o golo, viu-se que tem menos experiência que o Jorge Ribeiro, e saiu lesionado.

João Mendes – 4

Não seria a nossa escolha para pior em campo, embora não andasse longe, mas o outro candidato resolveu armar-se em jogador da bola e fazer aquilo que nunca mais vai fazer na vida. Sobrou para o João, também é a vida.

Barnes Osei – 6

Antes dos golos: “É o que acontece quando, com o passar do tempo, te pareces mais com o Romário Baldé que com um jogador de futebol. Mas com o mau.”

Primeiro golo: “epá, golo, mas…”

Segundo golo: “WTF?”.

É facto que foi decisivo, com os dois golos que apontou. O primeiro é o que é, mas o segundo é um daqueles fenómenos que não se volta a repetir nesta vida. Ainda assim, nada disso pode apagar uma exibição, no mínimo, constrangedora.

Traquina – 7

Uma primeira parte que lhe estava a valer o cognome de “Robben do Calhabé”, pelo uso daquela típica finta de chegar às laterais da área e puxar para dentro.

Uma segunda parte em que, para além dessa “Robbenzada”, uma panóplia de fintas foi usada pelo número 20, que já não o víamos há imenso tempo fazer. Para além do excelente ‘pendant’ que fez com o Mauro.

Derik – 5

Rematou à barra e levou umas quantas “pauladas” dos jogadores de branco.

Leandro Silva – 5

Foi o melhor dos substitutos e acrescentou aqui e ali alguma dinâmica ao jogo ofensivo da Briosa. Deu aquilo que Marcos Paulo não poderia dar, nem estaria planeado que desse para esta partida.

Dani – 3

Achamos que fica sempre a faltar mais tempo de jogo ao jovem atacante da Briosa. Será mesmo Ki que deve estar para “explodir” no plantel estudantil?

Ki – 0

Três toques na bola, três asneiras. Aniversariante é assim, dirão alguns, tem direito a tudo. Se assim é, Ki faz anos sempre que o vemos jogar.

João Carlos Pereira – 7

A prática de bom futebol continua a reinar na cidade. Há, porém, um acrescento que parece notório no que toca à velocidade do jogo que a equipa pratica. Tem a missão de retirar a Académica dos lugares de aflitivos da tabela e veremos se vai querer (e se será possível) recorrer ao mercado de Janeiro para o ajudar a conseguir.

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