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Ensino Superior

Lista C garante maioria na Assembleia de Revisão de Estatutos Extraordinária da AAC

José Miguel Couceiro

Eleição marcada pela elevada taxa de abstenção. Trabalhos da assembleia começam depois da Páscoa. Por Vasco Borges

A eleição para a Assembleia de Revisão de Estatutos Extraordinária da Associação Académica de Coimbra (AAC) terminou com a vitória da Lista C – “Contigo Somos Académica”. A proposta encabeçada por João Assunção arrecadou 92 por cento dos votos, contra os 8 por cento da Lista I – “Integridade e Transparência na Defesa da AAC”, liderada por Daniela Rodrigues.

A Assembleia vai ser composta por 22 Associados Efetivos das listas concorrentes, sendo que a Lista C elegeu 20 e a Lista I, 2. Os restantes membros correspondem aos representantes da Direção-Geral da AAC, do Conselho Fiscal da AAC, da Mesa da Assembleia Magna e dos Conselhos Internúcleos, Cultural e Desportivo.

O presidente da Comissão Eleitoral, João Bento, atenta à elevada taxa de abstenção, que se situou nos 95,4%. Ainda assim, assume que estes valores já eram esperados por se tratar de uma “eleição extraordinária” e pela “pouca campanha feita pelas listas”. O próximo passo é preparar o funcionamento da assembleia, cujos trabalhos vão ter início após a interrupção letiva da Páscoa. Apesar de não avançar uma data específica, João Bento espera que os novos estatutos entrem em vigor no próximo ano letivo.

Aprovada em Assembleia Magna, ainda durante o mandato de Alexandre Amado, a revisão dos Estatutos da AAC vai-se centrar na organização das estruturas da Queima das Fitas (QF) e da Comissão Disciplinar da AAC. Também os textos dos estatutos em vigor desde maio de 2017 vão ser analisados, com vista à sua clarificação.

O dirigente da Lista C, João Assunção, mostrou-se satisfeito com o resultado das votações. “Os estudantes que votaram deram uma resposta cabal e vai ser muito bom ter quase todos os colegas de lista na assembleia”, destaca. Em relação aos números da abstenção, o representante da Lista C considera que é “sempre preocupante ver números tão elevados”, mas reconhece que é “normal umas eleições para a revisão de um texto formal não atraírem tanta atenção como os outros sufrágios”.

No que diz respeito à ação da lista durante o processo de revisão, João Assunção destaca a proposta de reestruturação da QF. “Tudo o que seja gestão financeira e administrativa da Queima deve ser da responsabilidade da DG/AAC”, expõe. Ainda assim, salvaguarda que isso “não significa afastar órgãos como o Conselho Geral da Queima das Fitas ou o Conselho de Veteranos da Universidade de Coimbra”. Outra das propostas principais prende-se com a alteração do processo de eleição e fiscalização do Comissão Disciplinar da AAC.

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