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Desporto

[II Liga] AAC vs FC Porto B – os estudantes, um a um

Seja com chouriços ou bananas, João Pimentel e Paulo Sérgio Santos saíram do jogo de hoje com a barriga cheia, mas pouco saciados. Entre contratos e aldrabices, o pãozinho da partida foi muito, mas faltou-lhe o sal.

Ricardo Moura – 6

Não teve um jogo atarefado. Mas acabou por sofrer um golo muito pela confiança que deposita nos seus colegas. Tantos foram os protestos dos colegas com o fiscal de linha que ele deve ter mesmo pensado que nem era preciso defender. Aconselhamos umas sessões de terapia de casal.

Brendon – 5

“É verdade ou mentira, Brendon?!

É mentira!

É verdade! Tu és aldrabon.”

Ora bem, é verdade que não jogou grande coisa. Também é verdade que nos últimos tempos não tem grande coisa a lateral-direito. E não é mentira.

Mike Moura – 6

Aquele momento do cruzamento para o segundo golo quase ofuscou a borrada, a meias com Yuri, do golo do FC Porto B. As contas, de merceeiro, são fáceis de fazer: um Nelson Pedroso vale dois ou três Nunos Santos; por sua vez, são precisos três Nélsones para perfazer um Joel, que vale metade de um Magic Mike que é lateral direito.

Zé Castro – 5

O 5 advém daquele momento em que, digamos que pressionado pelo adversário, sucumbiu na marcação de um livre direto. Que o leitor não julgue que é tarefa fácil. Quem nunca, quando “apertado”, resolveu mandar um chouriço para nenhures?

Yuri Matias – 6

Tem aparente potencial e humildade para marcar uma era na defensiva estudantil. O grande problema é que quando parece ter perdido um mau hábito, outro aparece. Se dantes eram as expulsões frequentes, hoje são as distrações e discussões.

Ricardo Dias – 6

Está de volta o Dias da época passada. O esteio. O muro. O… Como é que está o contrato dele? É que está a chegar aquela altura do ano.

Fernando Alexandre – 5

Problema das referências: quando o são, por norma o seu tempo já passou. Não é possível arrancar um dragãozinho pela raiz e pensar que o trabalho já está feito. Há dois anos, Fernando Alexandre teria arrancado três ou quatro, mesmo que o árbitro já tivesse apitado.

Jonathan Toro – 6

Não foi dos melhores jogos do hondurenho e sugerimos um plano: não sabendo como é o seu contrato (uma constante), mas pode muito bem começar a jogar pior para ver se fica cá mais um ano.

Gildo Júnior – 6+1

Sete custa a escrever. A sério que sim. Vamos explicar-vos um pouco do nosso trabalho aqui: arranjar comparações, metáforas, alegorias, todas e quaisquer figuras de estilo que ajudem a contar aquilo que mais ninguém viu. Gildo parece alguém a conduzir na A13 sozinho, durante longos quilómetros. Tem dois caminhos: conduzir a 120, na faixa da direita ou a 150, aos ésses. Jogar bem ou jogar mal. Dois golos não são sinónimo de jogar BEM.

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Romário Baldé – 6

João Alves diz que ele é um tipo que corre. Disso não temos dúvidas. Bem treinado, até poderia ser um Bolt. Aliás, provavelmente, Bolt até nem desdenharia jogar cá. Um não é velocista e outro não é jogador da bola. Não necessariamente por uma ordem específica.

Traquina – 4

Dos piores meios jogos que Traquina já fez. E jogos também. Contudo… Preferimos sempre traquinices a velocismos ou conduções na auto-estrada.

Hugo Almeida – 8

Dois cabeceamentos, um golo. Um remate, um golo. Numa palavra, eficácia do caraças.

Reko – 7

Zero assistências transformam-se em momentos  à Ronaldo ou à FIFA 2019. Sem finalização, mas com uma assistência. Pelo menos, temos Reko para 2019/20. De preferência na I Liga.

Balogun – 2

Dois, um por cada trancada que apanhou, seguramente a deixar um gostinho amargo na boca, de querer continuar na Turquia.

João Alves – 7

Não tocou o telemóvel. Deu aquelas típicas respostas breves. E as outras em que fala desassombradamente. Que fique para a primeira.

Diogo Costa – 8

Deve passar a ser sempre titular em todas as equipas que a Académica defrontar doravante. Temos quase a certeza que há um regime de exceção para tal nos regulamentos da Liga Portuguesa de Futebol. Se não houver, é uma questão de falar com o Proença, que, segundo António Fiúza, “é um banana”.

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