All for Joomla All for Webmasters
Ensino Superior

50 anos depois, quão esbatida está a memória de ’69?

Fotografia gentilmente cedida pelo Museu Académico de Coimbra

No seguimento da edição especial d’A Cabra, que aborda o 50º aniversário da Crise Académica de 1969, o jornal procurou saber o conhecimento dos estudantes sobre a mesma. Foram entrevistados cem estudantes para avaliar a sua instrução acerca do assunto. Estes dados foram recolhidos entre as 14 e as 19 horas do dia 12 de abril. Uma iniciativa idêntica foi tomada na edição que celebrava o 40º aniversário do evento, com 1373 alunos questionados no mesmo âmbito. O foco dos dados apresentados consiste em comparar os dois anos em que foi feito o censo, para avaliar a diferença entre a noção dos factos num espaço de dez anos.

O movimento estudantil foi espoletado quando o então presidente da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC), Alberto Martins, foi impedido de usar a palavra no dia em que o Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra (UC) foi inaugurado. O Ministro da Educação da altura, José Hermano Saraiva, mais tarde veio prestar declarações de censura acerca do comportamento da academia de Coimbra. O luto académico foi decretado em Assembleia Magna e a Guarda Nacional Republicana (GNR) cercou a UC no mês de junho. A manifestação não deu origem a uma manifestação de nível nacional e as repúblicas não foram encerradas.

Texto por André Crujo e Mariana Nogueira

Secção de Jornalismo da Associação Académica de Coimbra

Rua Padre António Vieira, Nº1 - 2ºPiso 3000 Coimbra

239 851 062

Seg a Sex: 14h00 - 18h00

© 2018 Jornal Universitário de Coimbra - A Cabra

To Top