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Cultura

First Breath After Coma juntam música às artes visuais no TAGV

Inês Duarte

Concerto de aniversário dá início ao “33 anos e 66 metros de antena”. Evento pretende homenagear membros, antigos colaboradores e ouvintes da RUC. Por Vasco Borges

O grupo sobe, no próximo sábado, ao palco do Teatro Académico Gil Vicente (TAGV) para o concerto de aniversário dos 33 anos da Rádio Universidade de Coimbra (RUC). Com início às 21h30, a primeira parte do evento vai estar a cargo da dupla Raquel Ralha e Pedro Renato.

A banda portuguesa vem a Coimbra apresentar o projeto “NU”. Cátia Soares, membro da administração da RUC, destaca que o trabalho do grupo vai muito para além da música. “Eles desenvolveram uma forte componente visual, que também vão trazer para o concerto”, revela. Em conjunto com o álbum, editado no início de março pela ‘Omnichord Records’, foi também apresentada a curta metragem “NU – a visual album by First Breath After Coma”.

Este é o terceiro álbum da banda de Leiria, que se estreou em 2013 com “The Misadventures of Anthony Knivet” e editou “Drifter” em 2016.  Com passagens pelos principais festivais de verão portugueses, os “First Breath After Coma” estão no início de uma nova digressão. A primeira fase começou em casa, no passado dia 6 de Março e termina a 18 de abril no Luxemburgo. Pelo meio, para além de concertos no Porto, Lisboa e Coimbra, há datas marcadas em Espanha, Holanda, Alemanha e Suíça.

Este concerto está inserido no “33 anos e 66 metros de antena”, que alia a comemoração do aniversário da RUC à instalação da nova antena emissora. Conjunto Corona, Sarah Davachi e Sinah & Herr Doktor também fazem do programa, que se estende durante o mês de março e que não foi escolhido ao acaso. “A RUC quis homenagear as pessoas que contribuem ou já passaram pela rádio e que se juntaram para voltar ao 107.9fm”, esclarece Cátia Soares.

Depois de alguns meses a transmitir apenas online, a RUC voltou às emissões FM no dia de aniversário, na passada sexta-feira. Cátia Soares garante que, durante esse período, “ficou provado que a RUC tem uma voz e fez falta”, pelo que o evento é também uma “homenagem aos ouvintes e a todos os “RUC´ianos” espalhados pelo mundo”.

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