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Ensino Superior

30 anos de arquitetura com o DARQ

Margarida Maneta

Data de aniversário reúne estudantes de várias instituições do país. O objetivo é entender como a arquitetura se insere na cidade, assim como na UC. Por Maria Luísa Calado e Diana Ramos

Comemorações assinalam o trigésimo aniversário do Departamento de Arquitetura (DARQ) entre os dias 12 e 28 de março. As atividades decorrem durante a semana cultural da Universidade de Coimbra (UC), onde se relembra o passado do departamento, mas coloca-se em maior destaque a perspetiva do futuro.

O primeiro evento, intitulado “O Ensino do Projeto – Encontro de Escolas de Arquitetura”, decorreu esta terça-feira, dia 12 de março, e reuniu oito universidades públicas nacionais no DARQ. Na discussão foi salientado o “interesse em perceber como ligar a prática da arquitetura à realidade contemporânea e aos desafios de hoje”, afirma Luís Miguel Correia, um dos responsáveis do programa e subdiretor do DARQ.

“Desenhar em Projeto Sete Percursos” é uma iniciativa que tem a intenção de entender como o desenho participa na prática do projeto. O auge das celebrações vai ser marcado com a iniciativa “30 Anos em Coimbra”, que vai contar com a presença de ex-alunos, estudantes e especialistas. O debate centra-se na evolução do ensino e da investigação e na “discussão do papel do departamento em Coimbra e na UC”, esclarece o subdiretor do DARQ.

Para além destas atividades, o Núcleo de Estudantes de Arquitetura (NUDA) promove dinâmicas complementares. Entre elas, uma exposição com propostas de alunos para projetar e valorizar a estrutura do sino “Cabra” da Torre do Paço da Universidade de Coimbra. Também vai ser realizada uma sessão de cinema ao ar livre, denominada “Cinema sob as Estrelas” e o lançamento da revista “NU#45 entre(tanto)”.

Luís Miguel Correia salienta que “a questão do espaço, cidade e território só pode ser valorizado tendo em conta o papel da arquitetura em Coimbra”. Realça também o caráter pluridisciplinar da profissão, que constrói uma ponte entre a ciência e a cultura, especificando que “não se pode ver só a cientificidade das coisas, mas também ver o ponto de vista cultural”. Apesar de defender a continuidade das tradições no ensino, o subdiretor do estabelecimento de ensino universitário acredita que é necessário “atualizar os quadros para entrarem novas pessoas, com outras valências”. Conclui que o balanço positivo do DARQ deve-se às pessoas que se formaram no departamento, “um conjunto de arquitetos de referência que estão espalhados pelo mundo”.

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