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Desporto

[II Liga] AAC vs Farense – os estudantes, um a um

Não foi, de todo, o melhor dos jogos já vistos por João Pimentel e Paulo Sérgio Santos. Mas nem tudo foi mau e deu para tirar ideias de moda, fazer uma alusão a um filme de animação e diagnosticar problemas renais aos defesas do Farense.

Peçanha – 6

Reza a moda primavera-verão 2019 que o fluorescente é uma cor que vai favorecer e cair bem a qualquer habitante de uma grande área. É também uma cor usada pela malta que se envolve em acidentes, o que podia ter sido o jogo de hoje, mas não foi.

Jean Filipe – 7

Todo o universo hoje conspirou, no bom sentido, para um alinhar de agulhas posicional. Jean Filipe foi lateral-direito, Traquina foi extremo, Jean Filipe jogou bem, Traquina jogou mal, e no final ganhou a Alemanha. E Mike Moura jogou a lateral-esquerdo.

Fotografia: Rafaela Chambel

Mike Moura – 6

Porque é que o Mike se chama Mike? Porque é que é lateral-esquerdo? Porque é que não haveria de ser? Porque é que o céu é azul? Porque é que a bola é redonda? Porque é que as balizas têm redes? Porque é que nós estamos a avaliar o Mike? Porque é que lhe demos seis?

João Real – 6

As chuteiras da Ângela, pelo segundo jogo consecutivo, foram retiradas do OLX. Por uma boa razão. De certeza que a patroa não se importa e os adeptos agradecem.

Yuri Matias – 6

Desconhecemos o que disse a Álvaro Magalhães no seguimento da grande penalidade. Há, em Yuri, todo um lado tenrinho que tende a vir ao de cima nas chamadas situações “Madre Teresa”, de apoio aos desafortunados da vida.

Contador: já não é expulso há 20 jogos e alguns minutos.

Ricardo Dias – 5

É dos nossos favoritos, nunca o escondemos. Por isso é que também somos mais duros quando não corresponde às nossas expectativas. E hoje foi um desses Dias. Abrir a boca só para mandar bojardas quando se sofre ou se faz uma falta é abaixo do seu nível. Principalmente quando há tanta lenha para aviar.

Reko – 5

Cinco por meia parte. Parece aquelas promoções do Continente, passe a publicidade, em que uma pessoa fica a pensar “E se tivesse sido o jogo inteiro?”.

Jonathan Toro – 5

Ferdinando. É o que nos apraz dizer.

Traquina – 5

Fizeram-lhe o mesmo que se faz a alguém que vai de férias para outro fuso horário: assim que a pessoa se começa a habituar, está de volta. Caso clássico de ‘jet-lag’ futebolístico. Custa dizer isto, mas parece ser melhor a lateral-direito, nesta altura da sua vida.

Romário Baldé – 5

Foi, após o jogo, nomeado inimigo público número um do departamento médico do Farense, pela persistência com que para lá enviou jogadores com problemas renais, após as suas conhecidas fintas. Fintas essas que são, igualmente, o seu maior problema, que levam à falta de definição que separa um jogador razoável de um bom jogador, ou mesmo um muito bom.

Hugo Almeida – 7

Nota igual ao total de golos que já leva com o manto negro. Esperemos que marque muito mais, contudo nunca lhe daremos mais de dez. Foi expulso na parte final, depois de uma acesa troca de mimos com Irobiso, acerca de quem tem mais internacionalizações.

Fotografia: Vasco Neto

Fernando Alexandre – 5

Entrou, após o intervalo, com o intuito de ajudar no processo de lavragem da zona central do terreno, eliminando as ervas-daninhas verdes que por lá populavam.

Marinho – 4

Outro dos nossos favoritos que, não só hoje, mas também nos últimos tempos, é salvador sem salvar. Empolgar é, por si só, uma arte.

Diogo Ribeiro – 4

O melhor marcador da Liga Revelação e conhecido beto da cidade. É capaz de vir a ser titular no próximo jogo. Pois. Há Dias assim.

João Alves – 6

Melhor do que da última vez que estivemos com ele, sem telemóveis a tocar e análises fantasiosas e mirabolantes, pode contudo fazer melhor. Já o vimos fazer melhor. As melhores exibições da Académica esta época foram sob a sua batuta.

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