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Desporto

3,4,5, Académica soma e segue

Três pontos, quatro vitórias consecutivas e o quinto lugar na tabela classificativa. Oliveirense é o adversário que se segue. Texto e fotos por Leonor Garrido e Maria Monteiro

O Calhabé abriu as suas portas para pouco mais de três mil espectadores presenciarem o embate entre duas equipas próximas na tabela classificativa. O Varzim, no nono posto, e a Académica no sétimo, defrontaram-se, com o resultado final a sorrir aos comandados de João Alves, com golos de Yuri Matias e Hugo Almeida.

Pela primeira vez, João Alves utilizou os mesmos jogadores em duas partidas consecutivas, repetindo o 11 do encontro de dia 4, frente ao Cova da Piedade. Assim, os estudantes alinharam com Peçanha na baliza, atrás de uma linha defensiva com Traquina na direita e Mike na esquerda, e Yuri Matias e Zé Castro ao centro. No meio-campo, Dias e Guima a servirem de tampão e Reko e Romário Baldé a ocuparem as alas. Júnior Sena continuou a sua adaptação a uma posição mais nómada no terreno, com Hugo Almeida a ser o típico 9.

O jogo começou com uma Académica mais subida no terreno, empurrada pela atitude impositiva de Romário Baldé. Foi, contudo, a equipa visitante a primeira a causar perigo por Jonathan Toro. O médio hondurenho, emprestado pelo Huesca, e que foi o jogador poveiro sempre com sinal mais, aproveitou uma desatenção dos médios defensivos da Briosa e um adiantamento de Peçanha para rematar em arco, com o esférico a embater na trave. A Académica estremeceu, mas foi recuperando com o passar do primeiro quarto de hora. Aos 17’, Yuri Matias inaugurou o marcador, desfazendo o 0-0 na sequência de uma bola parada.

Daí em diante, os estudantes assumiram as rédeas da partida, continuando a imprimir uma toada atacante pelo lado esquerdo, muito também pelo facto de Reko, à direita, se encostar mais ao centro do terreno. A Académica, nos últimos cinco minutos do primeiro tempo, dispôs de várias oportunidades, e poderia mesmo ter ido para o descanso a vencer por duas ou três bolas.

Tal como na primeira parte, o início do segundo tempo teve uma ocasião de perigo para o Varzim, a que se seguiu um período de pressão ofensiva por parte dos estudantes. O treinador dos poveiros, Fernando Valente, tentou alterar a ordem dos acontecimentos, mexendo na sua equipa, ao substituir Chérif por Júlio Alves. Do lado dos anfitriões, João Alves optou por refrescar o meio campo trocando Guima por Jean Felipe.

Aos 73 minutos, após uma perda de bola do Varzim, surgiu o segundo golo da Académica. O camisola 9 da Briosa recebeu a bola na quina da grande área, avançou alguns metros e rematou cruzado, com a bola a entrar junto ao poste direito da baliza defendida por Emanuel Novo. Com a vitória praticamente garantida, a Académica desacelerou o ritmo.

No quarto de hora final, a Briosa teve um maior controlo pela posse de bola e perante isto, o Varzim continuou a ter uma conduta displicente. Ainda nos últimos quinze minutos, o técnico poveiro operou mais duas substituições e, nos homens da casa, Djoussé veio ocupar o lugar de Hugo Almeida e Ruben Saldanha o de Romário Baldé. Foi uma partida calma para o árbitro Fábio Melo, que puxou da cartolina amarela apenas por quatro vezes, três para a Académica e um para o Varzim.

Na conferência de imprensa, João Alves realçou “uma Académica irrepreensível em termos defensivos” e a qualidade táctica de ambas as equipas. Por sua vez, Fernando Valente enfatizou a necessidade de cimentar processos no Varzim e, para esse efeito, “trabalhar com estes jogadores até o fim, sem mais reforços”.

A Académica volta a jogar para a II Liga dia 20 de janeiro contra o UD Oliveirense, às 17 horas.

Com Paulo Sérgio Santos

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