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Ciência & Tecnologia

Diversidade do Museu da Ciência alargada aos pequenos descobridores

Paula Martins

Atividade que se concretiza amanhã convida jovens a conhecer os fósseis. “Sábados no Museu” funciona como um acréscimo ao ensino formal lecionado nas escolas. Por Paula Martins

O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (MCUC) acolhe, amanhã, o primeiro ateliê da edição “Sábados no Museu” deste ano, que visa despertar o interesse dos mais novos para o mundo das ciências naturais, de forma simples e divertida. “Escavando Bem Fundo” é o nome que designa esta primeira oficina que tem como público-alvo crianças dos sete aos nove anos de idade.

Ao longo de todos os sábados deste mês, o MCUC tem um brinde de ofertas, compostas por diversos ‘workshops’, onde as crianças vão ter a oportunidade de adquirir conhecimentos básicos nas áreas da geologia, mineralogia e paleontologia. Para o responsável desta iniciativa, José Cid Gomes, “todas elas são experiências únicas, diferentes entre si e complementares”. As atividades “são um acréscimo ao ensino formal que os alunos mais jovens têm nas escolas”, assegura o responsável pelo programa.

No sábado seguinte, 10 de novembro, a atividade vai ser dirigida a grupos dos quatro aos seis anos e vai ter como objetivo dar a conhecer o funcionamento dos vulcões. Enquanto no dia 17 de novembro o programa volta a vocacionar-se para as crianças dos sete aos nove e vem, desta vez, apostar no tema das rochas.

No último encontro do mês, o programa, integrado na XXIV Feira Internacional Geologia e Minerais, procura ser mais abrangente. Para além de permitir o acesso a uma faixa etária mais alargada, dos seis aos 12, permite a participação dos pais. “Nesse dia a ideia é fazer um falso fóssil em gesso e depois levar para casa como recordação”, comenta José Cid Gomes.

A sala Vandellii, na Galeria de História Natural do museu, que as crianças vão ter a oportunidade de visitar, conta com uma vasta coleção de fósseis. No ateliê de amanhã os participantes “aprendem com a experiência de contacto com as coleções do museu”, afirma José Cid Gomes.

“As atividades são organizadas de forma a que as crianças se sintam exploradoras”, destaca a diretora do MCUC, Carlota Simões. “No caso dos fósseis, é simulada uma experiência de escavação, em que estes achados geológicos são escondidos e cabe aos pequenos exploradores descobri-los”, exemplifica. A mesma reconhece a importância de tornar as atividades apelativas quando se trata de um público tão jovem, sem perder o foco no conteúdo científico. “Para quem vem aprender a fazer vulcões, ver uma explosão de lava é muito atrativo e, ao mesmo tempo, muito enriquecedor”, assegura.

A participação das crianças nestas oficinas requer inscrição prévia e está disponível pelo valor de quatro euros.

Fotografias: Paula Martins e Lívia Stamato

Com Lívia Stamato

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