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Ensino Superior

Uma Académica “inclusiva, transparente e moderna”: a candidatura de Mariana Rodrigues à DG/AAC

Jéssica Gonçalves

Aproximação da cidade e da academia faz parte dos motes da candidata. Contacto com “todas as dimensões da casa” visto como uma vantagem. Por Rafaela Chambel e João M. Mareco

Mariana Gaspar Rodrigues está no quarto ano da Licenciatura em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e faz parte da vice-presidência da atual Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC). Candidata-se a ocupar o cargo de Alexandre Amado e liderar a AAC. Mariana Rodrigues defende uma “académica, que tem de ser o mais inclusiva”, “transparente” e “moderna” possível. É este o propósito-chave da sua candidatura à DG/AAC.

Segundo o lema “Atitude preto no branco”, a estudante de Direito traça as linhas gerais da sua campanha. Sublinha que acredita de forma convicta “numa AAC abrangente, transparente e capaz de assumir as missões desta geração na procura incessante por um Ensino Superior inclusivo, democrático e transformador”, conforme referido num comunicado na sua página de Facebook.

Tem como pano de fundo o passado histórico da luta pela democracia nas suas múltiplas realidades. “Tenho um carinho muito especial por este ano”, revela, por se assinalarem cinco décadas da Crise Académica, os 45 anos do 25 de abril e, ainda, os 90 anos do Zeca Afonso.

Devido à sua experiência, como parte ativa de diversos órgãos na AAC, Mariana Rodrigues acredita que já contactou “com todas as dimensões da casa”. O cargo que exerce, segundo a mesma, permite-lhe uma maior e mais elaborada reflexão sobre o que deve permanecer dos mandatos anteriores. Foi vice-presidente para as partes política e cultural e pretende “manter as ideologias de cada uma no próximo ano”.
Salienta que o objetivo final da sua candidatura está subjacente ao trabalho de uma equipa versátil, com opiniões distintas. “Acaba por ser muito mais útil conjugar essas visões com aquelas que, muitas vezes, fizeram parte de órgãos diferentes”, completa.

Mariana define “a missão primordial da AAC” como sendo “a democratização do ensino”. Para esse efeito, e de forma a potenciar a relação da associação com a vida de cada estudante, propõe a criação de um “departamento de acompanhamento ao alojamento estudantil”. Considera prioritário o desenvolvimento de um espaço que permita o esclarecimento de dúvidas por parte de estudantes arrendatários. Visa, também, apostar na comunicação entre a AAC e a comunidade estudantil. “Para ser melhor é preciso ouvir” e, ao mesmo tempo, informar os alunos sobre as metas, desafios e objetivos das secções e núcleos.

No que toca ao envolvimento da AAC com a comunidade conimbricense, que é uma bandeira da candidata, passa por combater a “falta de acesso escolar, que muitas vezes se equipara, ou é mais grave, do que o próprio abandono escolar”. Assim sendo, apresenta uma proposta revivalista onde é estabelecido o contacto com futuros alunos do Ensino Superior, com o intuito de os clarificar sobre a temática, “como acontecia há 50 anos atrás”.

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