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Cidade

Tempestade Leslie provoca danos na cidade de Coimbra

Miguel Mesquita Montes

Distrito de Coimbra foi o mais afetado pela tempestade em Portugal. Fenómeno atmosférico leva autoridades a atuar no desimpedimento de vias públicas. Por Miguel Mesquita Montes

Na passada madrugada, a tempestade Leslie entrou pela capital portuguesa adentro e seguiu em direção ao noroeste do país, através de rajadas recorde que chegaram a atingir os 176 km/h na Figueira da Foz, segundo noticiado pelo jornal digital Observador. Assim, chegado a Coimbra, que foi o distrito de Portugal mais afetado pela tempestade, o fenómeno pós-tropical deixou consequências um pouco por toda a cidade, em especial nos lugares de florestação mais densa. A eletricidade chegou a falhar, durante a noite, em algumas zonas urbanas.

No cerne de Coimbra, durante todo o domingo sentiram-se as consequências daquele que foi o furacão mais perigoso desde 1842 em Portugal, ainda de acordo com o mesmo jornal. Qualquer pessoa que caminhasse pela Praça da República ou perto dos Arcos do Jardim via-se na obrigação de desviar o seu trajeto para fora do passeio, por causa da queda de árvores. Ainda durante a noite, as autoridades atuaram no sentido de desimpedir vias públicas bloqueadas pelos troncos nelas estendidos, num processo que se estendeu pelo resto do dia.

O Jardim Botânico da Universidade de Coimbra (JBUC) encontra-se encerrado devido a estas circunstâncias climatéricas adversas. O diretor do JBUC, António Gouveia, assegura que o Jardim vai estar fechado “pelo menos até ao final da semana”. A tempestade Leslie “provocou a queda de galhos e troncos de árvores, e houve copas desamarradas”, explica o mesmo. Para além disso, o diretor acrescenta que também algum do restante património, como muros e gradeamento, cedeu devido à tempestade.

António Gouveia assegura, no entanto, que os trabalhos de recuperação já estão a decorrer e que a estufa saiu “ilesa” deste acontecimento. Parte desse processo de restauro vai prender-se com a “correção e equilíbrio das árvores que não caíram”, conclui.

Fotografias: Miguel Mesquita Montes

[atualizado a 15/10 às 18h05]

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