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Desporto

Tempestade “Leslie” destrói instalações desportivas da AAC

Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol

Briosa está a avaliar estragos nas instalações desportivas. Pavilhão Eng. Jorge Anjinho vai estar indisponível nos próximos quatro meses. Por Paulo Cardoso e Sofia Gonçalves

A tempestade “Leslie”, que atravessou Coimbra no passado fim-de-semana, deixou devastadas instalações pertencentes à Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol (AAC/OAF), sobretudo o Estádio Cidade de Coimbra, o Pavilhão Eng. Jorge Anjinho e a Academia Briosa XXI.

O diretor de comunicação da AAC/OAF, Filipe Dinis, afirmou que “os prejuízos estão em fase de apuramento, uma vez que está por descobrir um custo ratificado”. No entanto, o presidente da Direção-Geral da AAC (DG/AAC), Alexandre Amado, esclareceu que “os estragos são avultados no Pavilhão Eng. Jorge Anjinho, onde tinham sido efetuadas obras de recuperação”. Em consequência da tempestade, a cobertura do pavilhão foi arrancada pelos ventos fortes, o que provocou a entrada de chuva na edificação e a danificação do piso.

Como consequência da destruição, “o pavilhão vai ficar indisponível por quatro meses, no mínimo”, de acordo com o presidente da DG/AAC. Devido à ausência de condições para a prática desportiva, vão ser necessárias alternativas para diversas secções, como é o caso da Secção de Futsal da AAC (SF/AAC). Segundo o coordenador da SF/AAC, João Soares, algumas associações já se mostraram solidárias para que as equipas não tenham de abandonar as competições onde estão inseridas. O objetivo do coordenador é gerir o tempo disponível entre as colaborações com outros pavilhões da cidade “para conseguir garantir um treino semanal a todos os jovens da secção”.

Na gestão de limpeza dos estragos, a prioridade é a Academia Briosa XXI. Filipe Dinis explica a escolha e refere que “vários jovens praticam futebol na Académica, bem como a equipa profissional”. O diretor de comunicação da AAC/OAF acrescenta que “tudo isto acontece para que os treinos possam decorrer com normalidade”.

Estão em avaliação os pedidos de orçamento que visam a recuperação dos espaços. A AAC/OAF, por ser proprietária das infraestruturas afetadas, vai ter a decisão final junto com a Câmara Municipal de Coimbra para que seja verificada a viabilidade de apoios financeiros, como referiu Filipe Dinis. Ainda assim, Alexandre Amado reconhece que “não há estimativa de valor de investimento”.

O Estádio Cidade de Coimbra recebe na próxima quinta-feira, dia 18 de outubro, a contar para a terceira eliminatória da Taça de Portugal, o jogo Sertanense – Benfica. O diretor de comunicação da AAC/OAF analisa as circunstâncias e confirma que “as condições necessárias para o jogo vão estar asseguradas, logo é necessária a rápida preparação e limpeza do estádio”.

Fotografias gentilmente cedidas pela Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol

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