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Cidade

Herança patrimonial de Coimbra celebrada com “Sons da Cidade”

Cidade dos estudantes celebra cinco anos na Lista do Património Mundial da UNESCO. O evento vai contar com a parceria entre várias entidades. Por Ana Lage

A quinta edição da inscrição da “Universidade de Coimbra, Alta e Sofia” na Lista do Património Mundial da UNESCO apresenta “Sons da Cidade”. De 22 a 24 de junho a cidade de Coimbra irá contar com eventos desde o cinema a uma festa joanina. A Estufa Tropical do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra (UC) foi a área mais recente classificada como património da UNESCO e o palco da conferência de imprensa.

Este ano irá contar com intervenções artísticas e com reflexões do que foi feito nos últimos cinco anos. O festival promove a descoberta dos vários patrimónios com uma especial ligação à música e à componente artística. Este será coorganizado pelo JACC, Câmara Municipal de Coimbra e a UC.

A área da Alta foi um dos pontos fulcrais da discussão devido às paredes grafitadas. Este problema foi indicado pela diretora regional da Cultura do Centro, Celeste Amaro, como uma “preocupação que já vem de alguns anos”. Mostrou a sua indignação com frases como “Hoje fazemos amanhã eles limpam” e incentiva uma revolta da “sociedade civil” em conjunto com a comunidade conimbricense.

A UC e a zona da Alta de Coimbra já pertenciam ao Património Mundial da UNESCO com a adição recente da rua da Sofia. De acordo com Filomena Pinheiro, este feito representa uma considerável “importância do projeto Lugares Património Mundial para o Turismo Centro”. O aumento da atração turística foi também premissa de discussão e foram apresentadas propostas para aumentar o tempo de estadia dos mesmos.

Desde a sua classificação como Património Mundial da UNESCO, a cidade de Coimbra viu melhorias um pouco por todo o território. Exemplo disso, foi o restauro do Colégio da Trindade impulsionado pela qualificação mencionada. A Vice-Reitora da UC, Clara Almeida Santos reconhece que a cidade dos estudantes “ganhou alguma autoestima” e confessa que “qualquer cidadão sente orgulho da sua cidade”.

José Miguel Pereira, representante do Jazz ao Centro (JACC) destacou a componente artística da edição “Sons da Cidade”. O seu principal objetivo passa por “tentar envolver o maior número de pessoas” de modo a que, os cinco anos passados sejam celebrados “com a festa que merecem”. Considera que a programação do presente ano permite uma “maior aproximação com os turistas” e que irá melhorar a sua experiência.

Fotografia: Isabel Simões

 

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