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Opinião

[II LIGA] ACADÉMICA VS FC PORTO B – OS ESTUDANTES, UM A UM

Carlos Almeida e Miguel Mesquita Montes viram um jogo morninho como a primavera. Desde mergulhos estilosos ao golo da vitória, houve um pouco de tudo, mas com moderação. Fotografias por Margarida Maneta, Ana Santos e Filipa Vieira.

[87] Ricardo Ribeiro – 5

25 de abril: liberdade e joga a Briosa. 24 de abril: terça académica. Ricardo Ribeiro parece não ter faltado a esta última. Quanto à primeira, não podemos ter a certeza. O guardião entrou hesitante, deixando escorregar a bola algumas vezes durante o primeiro tempo de jogo, o que dava a entender que ele parecia estar cansadito. No entanto, na segunda parte, ganhou segurança e não fez uma má exibição de todo. Depois de uma noite académica complicada, o porteiro lá largou a discoteca para ir jogar à bola.

[23] Mike Moura – 3

É um pássaro? É um avião? Não, é o Mike. Rezam as lendas que nas casas assombradas mora um fantasma. Neste jogo, o fantasma foi o defesa direito. Mal se viu, corria devagarinho e sem grande atitude. No final do jogo acordou para ser uma espécie de Super-Homem impedindo um contra-ataque perigosíssimo do FC Porto B.

[13] João Real – 7

Jogo sólido, como a defensiva coimbrã, que se quer briosa como a equipa deve ser. Guardou os portões da muralha, não deixando que o adversário se atrevesse a trespassá-los. Esperemos que nas três próximas jornadas continue a segurar a sua Real Muralha.

[43] Brendon – 6

Rimou com João Real este central. Qual Tico e Teco, quem os viu jogar não diria que eram amigos há tão pouco tempo. “Brendemos” a esta amizade.

[19] Nélson Pedroso – 4

Bateu livres, saiu a jogar, e com o sol que se fez sentir neste belo dia, aproveitou para dar uns mergulhos. Podia era ter aproveitado dois lances que talvez colocassem a Académica em vantagem.

[77] Luisinho – 5

Tal como a restante equipa, esteve morninho. No geral não jogou mal, mas também não há muito a dizer sobre ele: ameno como a primavera.

[6] Ricardo Dias – 5

Também jogou, diz-se. Abriu a segunda parte tentando sair do jogo mediano. Resultou durante uns poucos minutos, mas o que começa morno acaba frio.

[22] Chiquinho – 8

Vê-se que esteve a treinar em casa. Fez bem os TPC e na escola primária seria o orgulhoso detentor de um belo 4. Clássico Chiquinho. Jogou bem tal como em jornadas anteriores, e nesta criou espaços e boas oportunidades. Quando a Briosa subir à I Liga é bom que o guarde bem na gaveta.

[11] Balogun – 8

Esticou bem o jogo da Académica. Podia muito bem ter corrido ali ao lado na pista de atletismo que ninguém o apanhava. Não tem faltado ao ‘leg day’ no ginásio e isso notou-se neste jogo com as suas arrancadas e dribles pela área azul e branca adentro. Só faltou cruzar melhor.

[39] Djoussé -7

Se os Camarões recebessem os Jogos Olímpicos, Donald Djoussé seria o portador da chama da esperança. No último lance do jogo, o avançado demonstrou frieza, congelou o adversário, mas aqueceu o coração dos cerca de 11 mil adeptos presentes. Esperemos que a chama não se apague. Marcou golo e que belo golo, até nos esquecemos do 25 de abril

[99] Alan Jr. – 4

Ver avaliação de Mike Moura.

p.s. Referimos que só tinha existido um fantasma? Afinal foram dois.

[66] Diogo Ribeiro – 0,5

Entrou aos 88’ e saiu aos 90+1’. Não durou nem cinco minutos. Disse Quim Machado que Diogo Ribeiro estava no banco a viver a emoção do jogo. Até aí tudo bem. O problema foi ter levado emoção a mais para o campo acabando por transformar a sua intervenção num golpe de MMA, o que lhe valeu um vermelho direto. Devemos agradecer-lhe, no entanto, por ter obrigado a equipa a esforçar-se mais nos minutos finais.

[20] Traquina – 3

Os cerca de 20 minutos que jogou não chegaram para fazer traquinice alguma. Apenas existiu.

[7] Marinho- 7

Entrou aos 64’. Mal o fez agitou o campo, tal como é apanágio deste móvel da casa. Marinho não é um mito, Marinho existe e continua a prová-lo e bem. Quim Machado fez bem em introduzi-lo no relvado. Mexeu com o jogo: o eterno agitador (viva o 25 de abril).

[12] Onze Mil e Quarenta e Três Adeptos – 10

É feriado. Não é Halloween, não é Natal, não é dia dos namorados, não é Carnaval, nem é Páscoa. É o dia da liberdade e os adeptos saíram em força de suas casas para ver uma Briosa no limiar da subida. Este 12º jogador foi o melhor. No estádio o apoio aos estudantes chegava a ser ensurdecedor e quando Djoussé marcou o golo da vitória, furou-se-nos um tímpano ou dois, nada de grave.

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