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Ensino Superior

Secção de Fado anuncia que não vai participar na Queima das Fitas

Melhores condições nas noites do parque já são exigidas há algum tempo pela secção. Problemas relativos à edição de 2016 são o principal motivo. Por Gabriela Moore

Um boicote por parte da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra (SF/AAC) à Queima das Fitas (QF) foi anunciado durante a Assembleia Magna da noite de ontem. Com isto, as atividades do evento realizadas pela SF/AAC não vão acontecer, a menos que certas condições sejam cumpridas. No momento, a Serenata Monumental, o Sarau Académico e as apresentações da Estudantina Universitária de Coimbra e Orxestra Pitagórica no parque estão suspensas.

O vice-presidente da SF/AAC, Emanuel Nogueira, enumerou três motivos que levaram à decisão. O atraso na distribuição de verbas das edições de 2016 e 2017 da QF, a falta de transparência no processo de análise dos relatórios de contas e o “péssimo” tratamento por parte da QF no ‘backstage’ das noites do parque. O boicote só vai ser suspenso, segundo Emanuel Nogueira, com a distribuição imediata de verbas, instauração de processo disciplinar contra as pessoas culpadas por esta situação e garantia de condições dignas que há muito são exigidas.

O vice-presidente da SF/AAC pediu durante o seu discurso que a Direção Geral da AAC (DG/AAC) e o Conselho Fiscal da AAC (CF/AAC) se pronunciassem acerca do assunto. O presidente do CF/AAC, Eric Jorge, explicou que a existência de discrepâncias entre as contas apresentadas pela Comissão Organizadora da QF de 2016 e as contas da Contabilidade e Tesouraria da AAC foi o que levou o CF/AAC a dar um parecer desfavorável ao Relatório Anual e Contas da QF’16 e, por consequência, a congelar as contas bancárias da QF. Em relação à última edição do evento, afirmou apenas que estão atrasados e ainda não entregaram ao CF/AAC o Relatório Anual e Contas da QF17. O presidente da DG/AAC, Alexandre Amado, afirmou que “compreende a reação e o simbolismo da posição da secção”, mas acredita que “as ameaças não se vão cumprir”, pois confia que a situação vai ser resolvida a tempo.

Fotografia: Inês Duarte

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