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Ensino Superior

“Reunir toda a casa” é o primeiro passo da Lista C depois da vitória

Resoluções de teor interno e externo são apresentadas pelo presidente reeleito. Alexandre Amado acredita na superação das expetativas impostas pelo mandato anterior. Por Raquel Medeiros e Ana Santos

Com uma percentagem de votos de 57,98, a Lista C – “Académica de Causas” venceu as eleições para a Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) na madrugada de quarta-feira, 22 de novembro. O presidente reeleito, Alexandre Amado, acredita que o segundo ano de mandato traz consigo “mais à vontade na casa, mais consciência e mais preparação face a todas as estruturas”.

Uma das formas de reforço do processo de mobilização da academia, do presente mandato de Alexandre Amado, era apelar à adesão na participação eleitoral. Assim, a lista vencedora demonstrou-se satisfeita por, em comparação com o ano passado, a taxa de abstenção de votos ter registado uma redução de 15,35 por cento. Contudo, o presidente da DG/AAC salienta que a taxa de abstenção deste ano, 60,55 por cento, “é bastante elevada e tem de continuar a ser combatida”.

A Lista C considera que, este ano, a sua campanha foi mais próxima dos estudantes que a anterior. Esta proximidade conduziu a uma eleição mais participada, que “é sinal de vitalidade e de agitação na academia”, acredita Alexandre Amado. Reforça ainda que, como consequência disto, o número de votos na sua lista aumentou.

Após a vitória, o mais importante a fazer, a nível interno, é “reunir toda a casa”. O presidente da DG/AAC pretende concretizar isso através da gestão da Associação Académica de Coimbra (AAC) de uma forma mais conjunta. Como prioridade, a Lista C pretende organizar um Fórum AAC com todas as secções da casa, “para que todas possam participar na definição do rumo da académica”, enfatiza Alexandre Amado. Preocupa-se, também, com questões estruturais da academia, tais como a dívida interna da associação, a distribuição dos apoios financeiros, a orçamentação e a reorganização e modernização da AAC.

Do ponto de vista político, serão exigidos ao Governo compromissos em relação às propinas, às taxas e emolumentos e à revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES). Outra das medidas apresentadas pelo estudante de Direito é a certificação de um novo contexto desportivo externo, impulsionado pelos Jogos Europeus Universitários.

A Queima das Fitas, segundo o eleito, perdeu alguma dimensão, o que motiva a necessidade de reinvenção da mesma. Realça este ponto visto que esta é “a maior fatia de financiamento para as estruturas da casa”. Numa tentativa de dar a palavra aos estudantes, vai ser realizada uma Assembleia Magna, num futuro próximo, para exposição de um novo regulamento para esta festa.

“A AAC deve ser uma estrutura em permanente renovação”, reitera Alexandre Amado. Tanto a nível interno como externo, a equipa acredita que tem condições para melhorar o seu desempenho, em relação ao mandato anterior. O presidente considera ainda que o espírito trabalhador e inclusivo da Lista C foi um fator de peso no seu sucesso eleitoral.

Fotografia: José Miguel Couceiro

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