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Ensino Superior

Regulamento Eleitoral discutido e aprovado em Assembleia Magna

Documento aceite na globalidade, mas com grandes alterações. Sessão marcada por uma comunidade estudantil “mais composta”. Por Joana Campinho e Jéssica Gonçalves

O foco na discussão e aprovação do Regulamento Eleitoral relativo às eleições da Direção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) e da Mesa da Assembleia Magna da AAC (MAM/AAC) abriu a segunda Assembleia Magna (AM) do presente ano letivo. Foi ao fim de uma hora e dez minutos de atraso que se iniciou a sessão na Cantina dos Grelhados, onde se adiantou que a primeira volta das eleições vai decorrer nos dias 20 e 21 de novembro.

“Foi proposto aditamento de um novo ponto à ordem de trabalhos que apenas pode ser aprovada com dois terços dos presentes”, afirmou a vice-presidente da MAM/AAC, Sofia Dias, ao referir-se à situação política e ações a desenvolver, o que foi aprovado por maioria.

O primeiro ponto a ser discutido remetia para a proposta do Regulamento Eleitoral, aprovado na globalidade por larga maioria. Teve um “reparo de coerência” por parte do presidente da DG/AAC, Alexandre Amado, ao sugerir que passassem a existir três secções de voto na Faculdade de Medicina, tal como aconteceu em anos anteriores. Esta retificação foi aprovada, o que significa um total de 24 urnas.

Uma das modificações sugeridas incidiu no aumento do período de apresentação das listas candidatas para dia 10 de novembro, ao invés de dia 7. O presidente do Conselho Fiscal e da Comissão Eleitoral, Eric Jorge, apontou a alteração do número mínimo de assinaturas necessárias de sócios efetivos da AAC a ser reunido pelas listas candidatas, de 1% do total para 250 associados. No que se refere ao voto dos eleitores portadores de necessidades especiais, Eric Jorge propôs que estes fossem acompanhados por alguém à sua escolha e não da mesa de voto ou do delegado do presidente.

Após a aprovação dos pontos do Regulamento Eleitoral, deu-se lugar à discussão da situação política da AAC. Uma das questões abordadas foi a das propinas. Recomendou-se, por não haver quórum suficiente para se apresentarem propostas, a criação de uma petição com vista a acabar com a propina. Quanto a esta questão, Alexandre Amado sublinhou a importância do movimento “Rumo à Propina Zero”. “É uma luta lenta, em que a AAC esteve dois anos isolada. Hoje há meio país a lutar ao lado da Académica”. O presidente da DG/AAC fez ainda notar que “é bom ter uma AM mais composta”.

Fotografia: Pedro Dinis Silva

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