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Ensino Superior

AAC faz balanço positivo do ENDA

Moções levadas pela AAC aprovadas pelo movimento associativo nacional. Estudantes querem ser parte integrante do debate orçamental em conjunto com os demais agentes de ensino superior. Por Rita Fonseca

No Encontro Nacional de Direções Associativas (ENDA), que ocorreu no passado fim de semana, foram apresentadas moções por parte dos dirigentes da Associação Académica de Coimbra (AAC) e da Federação Académica de Lisboa (FAL). A discussão, que ocorreu em Évora, teve início com o Orçamento de Estado (OE) de 2016 e evoluiu para as principais políticas educativas a implementar no próximo ano letivo.

A análise de diversos ângulos do “OE, como a luta pelo congelamento das propinas”, assim como o debate de “questões relacionadas com o acesso ao Ensino Superior [ES]” foram considerados os temas prioritários, tanto pelo presidente da Direção-Geral da AAC (DG/AAC), José Dias, como pelo presidente da FAL, André Pereira.

Esta declaração foi reforçada pelo presidente da FAL que esclarece que “relativamente à empregabilidade não houve nenhuma proposta concreta. Havia um documento a ser trabalhado que acabou por não ser apresentado”. A empregabilidade também era um tema que se esperava ver tratado no ENDA de setembro. Contudo, o presidente da DG/AAC afirma que “em apenas dois dias era impossível tratar de tantos assuntos “.

Os dois dirigentes partilham a mesma opinião quando à questão da praxe. “Matérias de praxe não são competência das associações”, clarifica André Pereira. José Dias acrescenta que as associações têm a responsabilidade de garantir, em qualquer que seja o contexto, “a segurança dos estudantes e a sua correta inserção no espaço universitário”. O tema é demarcado como não sendo da responsabilidade de nenhuma associação mas sim de quem o pratica. “Como sabemos a praxe é um mecanismo informal e portanto é autogerido, não é uma competência das associações”, conclui o presidente da FAL.

Os dirigentes da AAC e da FAL consideram que os objetivos do encontro foram cumpridos. Ambos demonstram o seu agrado com o ENDA de setembro. “Foi um encontro bastante produtivo, pois foi possível reforçar posições e angariar novas matérias para introduzir na agenda” declara André Pereira. O dirigente da FAL destaca a importância de “pela primeira vez se refletir sobre o OE, no momento em que a discussão parlamentar ainda não se iniciou”.

O debate vai ter início no próximo dia 15 de outubro e José Dias e André Pereira acreditam que já tenha sido tomada uma posição sobre esta matéria. Vão poder ser parte integrante em conjunto com os restantes agentes de ensino superior que refletem com o ministério. Reforça ainda que “os estudantes querem fazer parte deste espaço e é uma discussão na qual pretendem estar presentes”.

Fotografia: Arquivo

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