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Desporto

Lista candidata à direção da AAC/OAF quer “mais união com a casa-mãe”

Projeto procurar levar estudantes ao estádio numa tentativa de restabelecer ligações com o município, a cidade e a Academia. Por Philippe Alexandre Baptista e Rita Flores

“Invocar a memória e a riqueza do passado, com os olhos postos no futuro”. Foi assim que o mandatário da candidatura à presidência da Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol (AAC-OAF) por Paulo Almeida, Ricardo Castanheira, perspetivou o projeto. Hoje, 27, foi apresentada, no restaurante Clube das Memórias, a lista “Académica ViVA”, a única candidata até ao momento a concorrer à direção da AAC/OAF.

A presente candidatura ocorreu dada a demissão do ex-presidente da AAC/OAF, José Eduardo Simões, face à descida de divisão do clube para a segunda liga. Desde o início da época, foi a construção do plantel, considerada deficitária pelos sócios, e todo o planeamento da temporada de 2015/2016 fez com que pedissem a realização de eleições antecipadas, a ocorrerem no próximo dia 11 de junho.

Mário Campos, antigo jogador do clube, apresentou objetivos para “uma académica dos sócios”, baseada numa “gestão transparente”. O candidato pela lista à presidência da Assembleia Geral, João Vasco Ribeiro, concorda e fundamenta a intenção da candidatura como “devolver a confiança aos agentes desportivos, económicos e financeiros”. A regulação sem ocultações torna-se, para o candidato à presidência da AAC/OAF, Paulo Almeida, uma “maior preocupação” do ponto de visto desportivo do clube, de modo a “garantir uma equipa coesa e de qualidade” que permita a “ambição para lutar para pela primeira divisão”.

“Recuperar a relação sentimental dos antigos estudantes de Coimbra com a Académica” é outro dos objetivos da candidatura apresentada por Ricardo Castanheira. O entendimento “desportivo e patrimonial com a AAC e com a Secção de Futebol”, tal como afirma Mário Campos, faz parte do molde que a lista quer instalar no seio do organismo caso sejam eleitos. Da mesma forma, os candidatos vão procurar “reeditar princípios da Académica, num projeto de OAF como mais do que um clube de futebol, quer na ligação à casa-mãe, a AAC, quer nas relações com a cidade”.

Assim, trata-se também de inverter a ausência de espetadores no Estádio Cidade de Coimbra para os jogos da Briosa. Segundo Paulo Almeida, “vão ser preparados conselhos e planos de atividade que se concretizem numa nova política de bilhetes”, que torne o estádio mais “hospitaleiro”.

O candidato anunciou ainda a abertura de uma casa da Académica em Macau, cuja importância encontra-se “no simbolismo que transporta e carrega”. Assim, sempre que haja “um golo da Académica, este seja festejado em todas as partes do mundo”, sublinha. A conferência contou ainda com a presença do vereador do Desporto da Câmara Municipal de Coimbra, Carlos Cidade.

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Fotografia: Irene Reig

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