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Ensino Superior

Arrisca C 2016 com mudanças a favor do empreendedorismo

As candidaturas ao concurso podem ser individuais ou em equipas com até cinco elementos. A média de adesão está agora acima de cem candidaturas por edição. Por Carolina Marques

Os objetivos centram-se no aumento de empresas, crescimento de emprego qualificado e troca de experiências entre os diferentes parceiros. É assim que é colocada na mesa a 8ª edição do Arrisca C, que traz consigo algumas mudanças significativas, assegura o vice-reitor para a Investigação Inovação, Fundos Estruturais, Deporto e Bibliotecas da Universidade de Coimbra (UC), Amílcar Falcão. O aumento do número de inscrições é visto como um fator “muito interessante para a região”, como explica o chefe de Divisão de Inovação e Transferência do Saber da UC, Jorge Figueira.

O Arrisca C é um concurso de ideias e planos de negócio, que conta agora com 13 parceiros, onde se pode destacar o Instituto Pedro Nunes (IPN) e o Instituto Politécnico de Coimbra. O projeto promovido pela UC abre, em 2016, a sua 8ª edição. As candidaturas ao concurso podem ser individuais ou em equipas com até cinco elementos, onde pelo menos um dos promotores seja estudante ou recém-diplomado.

Em 2008, no início do projeto, houve apenas doze candidaturas. Hoje, a média de adesão está acima de cem candidaturas por edição. Este aumento levou à criação de uma fase de triagem, para a facilitação da escolha das propostas.

Este ano, conta com três alterações consideradas “distintas” pelo vice-reitor da UC em relação ao que aconteceu em anos anteriores, resultado da evolução natural do projeto. Amílcar Falcão destaca, em primeiro lugar, a mancha territorial com concentração na região centro e esclarece que, “embora seja nacional, a aplicação dos prémios terá que ser feita na mesma região”. A segunda alteração prende-se com a facilidade de inscrição através de “mecanismos mais simples” como uma ficha de apresentação que pode ser feita online.

Por fim, é apresentado “o grande destaque deste ano”, que agrega uma vertente de responsabilidade com o ramo de Inovação Social. O objetivo é incentivar a criação de planos que a envolvam e que se torne “numa área com mais visibilidade”, aponta Amílcar Falcão.

Os projetos vencedores são depois acompanhados pela organização do projeto, garante Teresa Mendes, membro da direção do Instituto Pedro Nunes. “Há uma série de empresas que já fazem o seu caminho, que estão bem lançadas” e que começaram no Arrisca C. As áreas mais disputadas, em termos de planos, são as de medicina, cuidados de saúde e tecnologia de informação e comunicação. No entanto, Amílcar Falcão afirma que a área agroalimentar apresenta um crescimento significativo com “projetos bastante interessantes”.

O vice-reitor lamenta a falta de apoio por parte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e espera que seja dado “uma passo em frente”, porque a iniciativa precisa dessa ajuda. O projeto está desde novembro de 2015 “praticamente sem financiamento”, explica.

O Arrisca C 2016 foi apresentado esta manhã no Jardim Botânico da UC.

fotografia Arrisca C

  Fotografia: Carolina Marques

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