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Ensino Superior

Planos da DG/AAC apresentados em Assembleia Magna

RABEEES e questão do congelamento das propinas são, entre outros, alguns dos pontos discutidos em Assembleia Magna. Por Carlos Almeida e Rita Flores

Aquela que foi a primeira reunião dos estudantes com os novos órgãos de gestão da Associação Académica de Coimbra (AAC) ocorreu ontem, 22, na Cantina dos Grelhados e contou com a presença de 112 alunos. Foram discutidas e votadas as propostas de Regimento Interno da AAC, Plano Anual de Atividades e Plano Orçamental para 2016

De acordo com o segundo ponto da ordem de trabalhos, o presidente da DG/AAC, José Dias, apresentou o Plano Anual de Atividades para 2016. Na área da Cultura afirma ser importante “aproximar a casa daquilo que é a cidade” com a realização do primeiro Fórum Cultural no mês de março. No âmbito do pelouro de Intervenção Cívica, José Dias reforça a responsabilidade da AAC em integrar os estudantes sírios na cidade, mais do que “pensar qual o financiamento que a Universidade de Coimbra vai obter”.

Quanto ao pelouro da Pedagogia, o presidente da DG/AAC destaca a fomentação de debates e formações sobre o Processo de Bolonha “que nunca foi atualizado, nem revisto por nenhuma entidade governamental”. A proposta de criação de uma Universidade Sénior, inserida nos objetivos do pelouro das Relações Externas, pretende que os cursos estejam “efetivamente preparados para receber uma comunidade sénior”, afirma.

No que concerne à área política, no próximo fim-de-semana no Fórum AAC vão ser redigidas as principais posições e planos de reivindicação da AAC com foco no Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior (RABEEES), na revisão da fórmula de financiamento do Ensino Superior presente na proposta de Orçamento do Estado, mais uma vez referente ao valor das propinas.

Em relação ao Pelouro do Desporto Universitário a AAC tem como iniciativa a participação nos Campeonatos Nacionais Universitários e nos Jogos Europeus Universitário de 2016. José Dias acrescentou ainda a candidatura aos mesmos campeonatos de 2017.

O tesoureiro da DG/AAC, José Gaspar, apresentou o Plano Orçamental como um “compromisso de estudantes para estudantes” e que tem como base a execução dos últimos quatro anos. Porém, o administrador da DG/AAC, Pedro Pintor, afirma existir “alguma dificuldade por parte da DG em apresentar um orçamento bastante rigoroso” pois a própria estrutura da casa os impossibilita de ter os valores de algumas áreas, como são exemplo as seções desportivas.

Na apresentação da proposta do Regimento de Interno da AM, onde se particularizam as suas funções foi ainda referido o pedido de esclarecimento que foi feito ao advogado da AAC, sobre o método de votação do Regimento, uma vez que “já houve complicações no passado”, afirma o presidente da Messa da Assembleia Magna, João Carocha.

No decorrer de uma votação única, o Plano de Atividades e o Plano Orçamental foram aprovados por maioria. A AM terminou com a reprovação de uma moção apresentada por João Carvalho, estudante da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, sobre a participação dos estudantes nas manifestações do dia 15 de março em Lisboa.

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Fotografia por: Carlos Almeida

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