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Cultura

Orfeon sopra 135 velas ao longo de um ano

Para celebrar o seu aniversário, o coro promove eventos durante todo o ano. O objetivo é a aproximação aos estudantes e à cidade, mas também a várias instituições. Por Vasco Sampaio

O Orfeon Académico de Coimbra (OAC) reserva, para o seu 135º aniversário, uma série de atividades que, espera, ofereçam uma visão diferente deste organismo. Durante todo o ano, porque, segundo Nuno Candeias, representante da comissão do aniversário do organismo, “não se festejam 135 anos num dia”, o OAC quer unir gerações e mostrar-se a novos estudantes, enquanto fortifica as suas raízes.

Apesar de as comemorações acontecerem todo o ano, há datas simbólicas que o Orfeon não esquece. A primeira foi celebrada ontem, 29 de outubro, data em que aconteceu o primeiro ensaio do coro, há 135 anos. A próxima grande efeméride acontece a 7 de dezembro, data do primeiro concerto do grupo. Para a celebrar, convidaram “antigos orfeonistas para se juntarem aos atuais e cantarem nesse espetáculo”, afirma Nuno Candeias.

Assim se compreende um dos objetivos das celebrações deste aniversário – a aproximação de gerações, tanto dentro como fora do organismo. Apesar de ser um coro com história, “o Orfeon continua a ter bastante gente jovem e pessoas novas que querem entrar”, continua Nuno Candeias. Essa é, também, uma forma de fazer subsistir o organismo: “O que queremos é passar a mensagem de que o Orfeon está aberto a todos os que queiram participar”.

Por outro lado, a ligação aos mais jovens não implica que se esqueçam as raízes do organismo centenário. O OAC quer relembrar a forte ligação ao fado e a posição de “embaixador da cultura coimbrã e da música”, recorda o representante. Daí terem, para além de concertos mais clássicos, eventos ligados à música de Coimbra. No fundo, o que se quer, é uma “participação mais ativa na cidade e uma elevação da sua música”, reforça.

Como tal, o Orfeon inova, neste 135º aniversário, no tipo de eventos que prepara. Entre eles, um concurso de composição coral e outro de regência de orquestra: “um desafio lançado aos mais curiosos e interessados em aprender sobre música”, explica Nuno Candeias. O OAC chega até a estender-se à representação, “algo a que o Orfeon não está habituado”, na encenação da Via Sacra, durante a XXVII Semana Cultural da Universidade de Coimbra.orfeonnn

Fotografia: Arquivo

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