DG/AAC recupera DiplomAACia para levar Coimbra ao resto do mundo

Projeto encarado como forma de aproximar estudantes de mobilidade ao associativismo. Contacto com empresas locais e internacionais é um dos objetivos. Por Luís Almeida

O pelouro de Relações Internacionais da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) vai trazer de volta a DiplomAACia. Esta iniciativa consiste no recrutamento de estudantes de mobilidade, que tenham estudado em Coimbra durante um mínimo de cinco meses, para criar uma rede de embaixadores da AAC fora de Portugal.

Este projeto, de acordo com a responsável pelo pelouro, Jéssica Carvalho, já foi criada há alguns anos, mas não teve sucesso. “Houve fraca adesão, mas desta vez estão a ser apresentadas mais ideias e mais projetos”, reitera Jéssica Carvalho. Deste modo, afirma esperar uma edição mais bem sucedida.

A coordenadora do pelouro explica ainda que o projeto se divide em três fases. Numa fase inicial, os embaixadores vão “entrar em contacto com outras universidades para apelar aos programas de mobilidade” e “falar sobre a Universidade de Coimbra e a sua experiência enquanto estudantes nesta instituição”, esclarece Jéssica Carvalho. De seguida, devem “estabelecer ligações com empresas locais para que estas entrem em contacto com o Gabinete de Saídas Profissionais da AAC”, declara. Por último, a DG/AAC vai-se encarregar também de entrar em contacto com empresas locais e internacionais e expandir aquilo a que se propõe na fase anterior.

Aqueles que se envolvem nesta atividade são considerados embaixadores enquanto forem estudantes. Antes de promoverem qualquer iniciativa passam por um processo de formação que consiste em aprender sobre a história da academia e adquirir competências para falar em público. No entanto, para se considerarem embaixadores certificados, necessitam de apresentar comprovativos conforme cumprem as atividades mínimas exigidas. Estas passam por sessões de esclarecimento de dúvidas, apresentações e contacto com empresas.

O presidente da DG/AAC, Alexandre Amado, realça que, “ainda que este não seja um projeto pioneiro, é uma tentativa de alastrar os contactos da AAC, bem como a própria AAC e a universidade”. Acrescenta ainda que é “uma forma de aproximar os estudantes de mobilidade à associação e ao associativismo”.

Fotografia: Zhang Qinzhe